Florestas são essenciais para o futuro e estabilidade do clima global

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que as florestas são “essenciais para a prosperidade futura do mundo e para a estabilidade do clima global”. A declaração foi feita para marcar o Dia Internacional das Florestas, comemorado em 21 de março.

Segundo Ban, os habitantes de grandes cidades, como Rio de Janeiro, Bogotá, Durban, Jacarta, Madrid, Nova Iorque, entre outras, dependem das áreas florestais para obter uma parte significativa de água potável.

O chefe da ONU explicou que quando as autoridades protegem e restauram as bacias hidrográficas é possível economizar na construção de usinas para a purificação da água.

Florestas fornecem um dos sistemas naturais mais baratos e eficazes para absorver carbono

Ele disse que com o crescimento da população e o aumento da demanda, está se tornando cada vez mais urgente salvaguardar a capacidade de fornecimento de água das nascentes nas florestas.

floresta

Dados das Nações Unidas mostram que até 2025, quase 1,8 bilhão de pessoas vão viver em regiões com absoluta escassez de água e dois terços da população mundial podem enfrentar condições de dificuldade para obter o bem natural.

Mudança climática

Ban Ki-moon deixa claro que as florestas são também fundamentais para combater a mudança climática. Elas fornecem um dos sistemas naturais mais baratos e eficazes para absorver carbono.

O secretário-geral disse que o investimento nas florestas representa uma apólice de seguro para o planeta. Apesar dessa importância, Ban afirmou que as florestas continuam sendo desmatadas ou danificadas. A cada ano, 7 milhões de hectares de florestas naturais são perdidas e 50 milhões de hectares, queimados.

O chefe da ONU pediu a governos, empresários e sociedade civil que adotem políticas e práticas que protejam, restaurem e mantenham as florestas saudáveis para o futuro comum do planeta.

Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/38-no-mundo/4338-florestas-sao-essenciais-para-o-futuro-e-estabilidade-do-clima-global.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=3ef0f53764-Newsletter_226_05_05_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-3ef0f53764-150575977. Acesso 05/05/16.

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O que fazer com os sachês de café usados?

Já havíamos falado a respeito dessas cápsulas de café em 24 de março…

Praticidade ou consciência?

É inegável a praticidade proporcionada pelos sachês de café! Em alguns minutos, sem muito trabalho nem louça suja, qualquer pessoa pode dar aquela levantada no ânimo e enfrentar mais um dia! Mas para não dar dor de cabeça a ninguém, que tal dar uma paradinha para refletir sobre o melhor destino das cápsulas de café?

O ciclo produtivo de uma cápsula de café acarreta muito mais problemas ambientais do que o de um saco de café. Apesar de dar mais trabalho ao consumidor final, as cafeteiras tradicionais continuam sendo a solução mais ecológica. Elas não produzem tantos resíduos como as cápsulas individuais, que são vendidas dentro de outras embalagens, o que significa mais entulho, e aí você já perdeu a conta de quanto lixo realmente está gerando. Além do problemas das cápsulas em si, há também a questão das máquinas. As cápsulas obrigam o consumidor a adquirir máquinas de café próprias para essas cápsulas. E quem quer ficar com uma máquina de café velha e obsoleta quando se tem uma nova? A lógica do consumo te induz a comprar uma cafeteira que você não precisa e jogar fora um aparelho que poderia até estar em perfeito uso. Há o aumento do número de aparelhos com componentes eletrônicos nas lixeiras.

Cápsulas

As cápsulas de café chegaram ao Brasil em meados dos anos 200 e apenas no ano de 2015 foram vendidas mais de 7000 toneladas dessas pequenas embalagens. Elas são, em geral, compostas de uma mistura de plástico e alumínio, o que não as torna facilmente recicláveis.

cápsulas de café2

Contudo, grande parte das cápsulas de café produzidas no Brasil é feita de plástico, com a tampa de alumínio. A maior diferença entre as cápsulas nacionais e as importadas é essa. As cápsulas de plástico possuem um microfuro do topo (para que elas aguentem a pressão da extração sem explodir). Outro problema é que esse microfuro deixa entrar ar, que oxida o café.

Fabricante

Procurar o fabricante do seu sachê de café é uma boa alternativa, grandes empresas têm programas específicos de reutilização e reciclagem desses materiais. As maiores empresas do setor possuem pontos de coleta e fábricas que separam o plástico ou alumínio da borra de café e reciclam os materiais. No caso de marcas que não fazem a coleta e separação, o próprio consumidor pode separar os componentes das cápsulas, como filme laminado, plásticos e resíduos orgânicos e destiná-los a coletores ou cooperativas.

O volume de cápsulas consumidas é muito grande e cresce cada vez mais, já o volume de cápsulas recicladas é um tabu no setor. Afinal, é um grande volume de resíduo descartado diariamente e que dificilmente recebe a destinação correta, indo parar em aterros sanitários.

Outra opção é fazer upcycle (reparoveitamento) com as cápsulas. Na rede social Pinterest existem diversas ideias bacanas de como transformar as cápsulas em bijuterias, objetos de decoração, etc. – confira aqui. O portal eCycle sempre posta diversas ideias de upcycle interessantes no PinterestInstagramFacebook; siga e não perca as dicas!

Se você utiliza as cápsulas de café, preocupe-se com a composição delas e sua destinação. Lembre-se, sempre opte pelo descarte consciente, respeitando o meio ambiente! Antes de comprar, veja se elas são recicláveis de alumínio e totalmente recicláveis ou biodegradáveis. Se não existe coleta seletiva no seu bairro e você não tem opções de descarte consciente, que tal voltar ao bom e velho coador de café?

Matéria completa em: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/52-metal/166-o-que-fazer-com-os-saches-de-cafe-usados.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=e720497c94-Newsletter_219_11_04_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-e720497c94-150575977.  Acesso 11/04/16

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Primeira crônica: “Alô, Orandyr? Manda uma multa…”

Essa é a primeira dessas crônicas, que narra certa impetuosidade da síndica de determinado condomínio de alto padrão em São Paulo, ao ligar para a administradora e determinar que um condômino fosse multado.

Estava em curso no apartamento uma reforma, os operários reiniciaram a remoção do piso, com muito barulho, e não observaram o horário do almoço naquele dia, lembrando que o regimento interno proibia obras nesse intervalo.

Quando um dos conselheiros – acho que poderia ter sido qualquer outro condômino – ligou e reclamou do barulho naquele horário, ela, que não estava no condomínio, pergunta que horas são, desliga o telefone e, no mesmo movimento, liga para seu gerente de condomínios na administradora e dispara:

– “Manda uma multa para…”

E assim foi feito, a multa foi paga e a obra prosseguiu.

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Considerando que, até então, não tinha havido reclamação quanto às obras, a boa prática de gestão condominial indica que, diante de qualquer infração às regras do regimento interno, mesmo que este não especifique dessa forma, primeiro se adverte, e, em caso de reincidência, aí sim, caberia a aplicação da multa.

Vale lembrar que reincidir significa repetir certo ato; tornar a fazer a mesma coisa, isto é, não é possível advertir um condômino por ter infringido o art. x e multá-lo pela infração ao art. y do regimento interno.

Antes de pagar a multa, o condômino poderia tê-la contestado em assembleia, ou mesmo na esfera judicial, caso em que o condomínio não teria respaldo para sustentar sua aplicação.

Conclusão: a síndica extrapolou em suas funções, aplicando a multa já diante da primeira reclamação.

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O condomínio: abordagens teóricas

Quem acompanha o blog sabe que fiz recentemente em Brasília o lançamento do livro “O condomínio daquela rua – Histórias e causos nesse ambiente peculiar”, publicado em dezembro de 2015 pela Editora Biblioteca 24horas, de São Paulo, uma coletânea de crônicas que aborda eventos lá ocorridos.

Proponho, a partir deste post, uma reflexão a cada uma das crônicas, usando-as como pano de fundo para uma releitura, sob o enfoque das boas práticas de gestão condominial, tendo sempre como norte a legislação pertinente.

São quarenta e três causos, alguns divertidos, outros curiosos, pitorescos, incomuns, até trágicos.

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A quem interessar o livro está à venda no site http://www.biblioteca24horas.com.br/, e pode ser localizado no menu à esquerda, em “Contos” ou a partir da pesquisa pelo nome do autor. Quem residir em Brasília pode entrar em contato direto comigo.

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Ao ensejo, aproveito para divulgar também meu outro livro nessa área de condomínios, o Evolução Histórica do Condomínio Edilício, publicado em 2013 pela Scortecci Editora, de São Paulo, um interessante trabalho de pesquisa a respeito das origens do instituto “condomínio” desde remotos tempos, em épocas bíblicas, até os dias atuais.

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Cientistas descobrem bactéria capaz de desintegrar plástico de garrafa PET

Cientistas japoneses anunciaram na quinta-feira [10/03] a descoberta de uma bactéria capaz de decompor completamente o polietileno tereftalato – o plástico do qual são feitas as garrafas PET, um dos problemas mais graves de poluição no planeta.

O microrganismo, que oferece uma perspectiva mais viável para tratar o acúmulo desse material no ambiente, foi encontrado em uma usina de reciclagem de lixo. A bactéria, batizada de Ideonella sakaiensis, se alimenta quase que exclusivamente de PET.

Segundo os cientistas, a descoberta é de certa maneira surpreendente, porque a bactéria aparenta ter adquirido a capacidade de degradar esse tipo de plástico em um processo que durou poucas décadas. Na escala da evolução biológica, é um piscar de olhos.

Em estudo na revista “Science”, o grupo liderado pelo biólogo Shosuke Yoshida, do Instituto de Tecnologia de Kioto, descreve como uma colônia microrganismo conseguiu degradar uma folha fina de PET em 6 semanas. Pode parecer muito tempo, mas é rápido para um tipo de plástico que leva centenas de anos para se decompor espontaneamente.

garrafas pet

Para decompor o PET, a bactéria produz duas enzimas – moléculas biológicas que promovem reações químicas – cuja função específica é degradar esse plástico. O PET é composto por uma estrutura molecular de carbono altamente estável, que quando atacada pela bactéria se rompe em componentes menores, que podem ser incorporados ao ambiente sem problemas.

O trabalho dos cientistas japoneses envolveu a análise de 250 amostras de bactéria encontradas na usina de reciclagem. A descoberta é importante, afirmam, mas é preciso descobrir ainda meios práticos de produzir essas enzimas e usá-las em larga escala para tratar resíduos plásticos que poluem ambiente, sobretudo nos oceanos.

Leia mais em: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2016/03/11/123762-cientistas-descobrem-bacteria-capaz-de-desintegrar-plastico-de-garrafa-pet.html. Acesso em 17/03/2016.

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Conheça os tipos de uso da água e quais os fatores que influenciam a demanda

Todo mundo sabe da importância da água para a vida na Terra e da necessidade de sua preservação. Mas você já parou para se perguntar quais são os usos de água existentes? Conhecê-los pode ser bem importante para um consumo mais sustentável.

Os tipos de uso da água são classificados em dois grandes grupos: usos consuntivos e usos não-consuntivos.

Usos consuntivos são aqueles usos em que há perda entre o que é retirado do corpo d’água e o que retorna a ele, como nos abastecimentos doméstico e industrial, na irrigação e na limpeza pública.

Já os usos não-consuntivos são aqueles em que não há necessidade da retirada da água de seu local de origem, como para geração de energia, transporte e navegação, lazer e piscicultura, por exemplo.

Dos 2,5% de água doce do planeta, cerca de 15% estão no Brasil. Em relação à disponibilidade hídrica, a Organização das Nações Unidas (ONU) a classifica como:

  • Abundante:disponibilidade hídrica de mais de 20.000 metros cúbicos (m³) por habitante por ano.
    Correta:disponibilidade hídrica entre 2.500 m³ e 20.000 m³ por habitante por ano.
    Pobre: disponibilidade hídrica entre 1.500 m³ e 2.500 m³ por habitante por ano.
    Crítica: disponibilidade hídrica menor que 1.500 m³ por habitante por ano.

Disponibilidade e distribuição hídricas pelo planeta são fortemente influenciadas pelo clima, sendo que elas podem flutuar entre estações e entre anos seguidos.

Uso doméstico

O consumo médio diário de uma pessoa (consumo per capita) é calculado pelo consumo total de água dentro de um município, estado ou país, dividido pelo número total de pessoas abastecidas nesta mesma área. Assim, o consumo médio diário por pessoa é de 170 litros para um padrão típico de país industrializado, em que as aplicações são distribuídas da seguinte maneira:

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Matéria completa em: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/3223-os-usos-da-agua-conheca-tipos-existem-como-influenciam-demanda-zonas-umidas-consuntivos-nao-abundante-correta-pobre-critica-voce-sabia-domestico-populacao-natureza-cidade-clima-pressao-rede-agua-virtual-pegada-hidrica-poluicao-convencao-ramsar.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=d25a48f2fb-Newsletter_200_29_01_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-d25a48f2fb-150575977. Acesso 17/03/2016.

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A renúncia do síndico e sua recandidatura – Final

Retomando a questão do síndico que renunciou porque não recebia remuneração, e, na assembleia que também deliberou a adoção de remuneração aos novos síndicos a partir daquela data, manifestou que se candidataria novamente, a reação mais comum é de rejeitar veementemente essa possibilidade.

Sim, afinal ele acabara de renunciar, portanto, não teria o direito de ser candidato ao cargo, concorrendo com os demais, que certamente se dispuseram ao ‘sacrifício’, pois agora havia a remuneração!

E aí? É legítima a pretensão desse síndico?

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Analisando a situação sob o enfoque legal o síndico que acabou de renunciar pode sim se recandidatar ao cargo.

Pode até não ser reeleito!

Com a renúncia proposta e efetivada na assembleia, e admitindo-se que a convenção não estabeleça diferentemente, aquele cidadão passa automaticamente à condição de condômino comum, com todos os direitos dos outros condôminos.

E mais: não importa se se trata de morador ou não; é só ‘refrescar a memória’ no texto do art. 1.347 do código civil, apesar de que a situação em análise se enquadra melhor, óbvio, no caso do síndico morador, eis que ao síndico não morador, o chamado ‘profissional’, supõe-se fosse atribuída, desde logo, uma remuneração.

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Relatório internacional alerta para as consequências da extinção de polinizadores

Um número crescente de espécies de animais polinizadores está ameaçado de extinção em todo o mundo em decorrência de fatores como mudança no uso da terra, uso indiscriminado de pesticidas e alterações climáticas.

Caso não sejam adotadas medidas para reverter o quadro, as consequências para a economia global, a produção de alimentos, o equilíbrio dos ecossistemas e a saúde e o bem-estar humanos poderão ser desastrosas.

O alerta foi feito por especialistas da Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) no relatório “Polinização, polinizadores e produção de alimentos”, divulgado hoje durante a 4ª Sessão Plenária da IPBES, em Kuala Lumpur, na Malásia.

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Mais de três quartos das principais lavouras alimentícias no mundo dependem, em algum grau, dos serviços de polinização animal, seja para garantir o volume ou a qualidade da produção. Algumas dessas espécies vegetais são cruciais para garantir o aporte de vitaminas, minerais e outros micronutrientes essenciais para a saúde humana.

“Entre as espécies cultivadas no Brasil que dependem ou são beneficiadas pela polinização animal podemos destacar açaí, maracujá, maçã, manga, abacate, acerola, tomate e muitas outras frutas, além da castanha-do-pará, do cacau e do café. Soja e canola também produzem mais na presença de polinizadores”, contou Fonseca.

Segundo o relatório, ao todo, 35% das lavouras mundiais dependem de polinização animal. Além das espécies usadas na alimentação humana, há outras importantes para a produção de bioenergia (canola e palma), fibras naturais (algodão e linho), remédios, entre outros elementos que beneficiam as populações.

Leia todo o artigo em: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/4268-relatorio-alerta-para-as-consequencias-da-extincao-de-polinizadores.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=52bda0d0c2-Newsletter_211_07_03_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-52bda0d0c2-150575977. Acesso 07/03/2016.

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Em Hamburgo, cápsulas de café são banidas de prédios públicos

Em Hamburgo, na segunda maior cidade da Alemanha, prédios e repartições públicas não poderão mais comprar cápsulas de café, aquelas que são introduzidas em máquinas específicas para produzir a bebida de um jeito bem prático. A proibição se deu para reduzir a quantidade de resíduos lançados ao meio ambiente.

Mas não foram apenas as cápsulas de café que foram banidas de órgãos públicos. No Guia para Contratos Ecologicamente Responsáveis, um documento de 150 páginas, produtos de limpeza à base de cloro, talheres de plástico e garrafas plásticas de água também figuram na lista dos itens que nãos serão mais adquiridos.

cápsulas de café

Segundo o documento, as cápsulas de café causam gastos desnecessários e geram resíduos que, em geral, contêm alumínio e poluentes. Na Alemanha, a cada oito cafés vendidos, um deles é feito a partir das cápsulas individuais.

Em entrevista à BBC, o porta-voz do Departamento de Meio Ambiente e Energia de Hamburgo, Jan Dube, disse que essas cápsulas costumam ser feitas de uma mistura de alumínio e plástico, o que torna o processo de reciclagem mais difícil. Por isso, decidiu-se que o dinheiro do contribuinte não deveria ser usado para adquirir tais itens.

Além da complexa mistura de alumínio e plástico, as embalagens contêm resíduos de borra de café moída, o que dificulta ainda mais a reciclagem.

Leia mais em: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/38-no-mundo/4257-em-hamburgo-capsulas-de-cafe-sao-banidas-de-predios-publicos.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=52bda0d0c2-Newsletter_211_07_03_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-52bda0d0c2-150575977. Acesso 07/03/2016.

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A renúncia do síndico e sua recandidatura – Primeira parte

Vamos admitir uma situação hipotética no condomínio: o síndico, proprietário e morador do ap. 408, que até então vem fazendo um trabalho elogiável – não que isso seja relevante ou determinante para a análise que se pretende –, sente-se desmotivado, desprestigiado, desvalorizado, afinal não recebe qualquer contraprestação pecuniária pela sua dedicação às questões condominiais.

Em reunião com o conselho expõe suas querelas, e é desencorajado a levar adiante sua pretensão de reivindicar – que seja! – a isenção do pagamento da cota de condomínio.

Inconformado, na próxima assembleia ele insere na ordem do dia a comunicação de sua renúncia, o que acaba efetivamente acontecendo, não sem antes explicar aos presentes o real (e único) motivo.

O presidente, que nesse caso imaginário é alguém absolutamente neutro em relação ao síndico e à possível facção contrária, convoca, na hora, nova eleição.

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Alguém no plenário, diante da inexistência de candidatos a tão árdua tarefa – e ainda mais sem qualquer tipo de remuneração! – propõe que seja analisada e votada a seguinte proposição: implantar uma remuneração aos novos síndicos, e mais, isenção do pagamento de sua cota de condomínio, a partir daquela data.

Em votação quase unânime é aprovada aquela proposição.

Diante da nova realidade o ex-síndico se recandidata.

Não vamos aqui entrar no mérito se no edital de convocação da tal assembleia constava o item remuneração ao síndico ou não, isso é assunto para outra oportunidade.

Ele pode ou não pleitear o cargo ao qual acabara de renunciar?

Qual a sua opinião?

[Voltaremos ao assunto no próximo post.]

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