Fumar mata também o planeta

Todos sabem que fumar faz mal para a saúde, mas quantos conhecem os prejuízos que o tabaco traz para o planeta?

A planta deixa um rastro de destruição do momento em que as sementes são plantadas até o momento em que suas folhas secas e picadas são queimadas pelos 1,1 bilhão de fumantes espalhados pelo mundo.

O plantio e a secagem das folhas – a chamada cura – são responsáveis por mais de 75% da pegada de carbono do tabaco. Os processos requerem muita terra, água e energia, além de pesticidas e fertilizantes que poluem rios próximos e águas subterrâneas e degradam o solo.

Embora represente um mal menor em comparação a grandes vilões do desmatamento global, como palmeiras ou plantações de soja, o tabaco tem um grande impacto em nível local. “Por exemplo, na Tanzânia”, diz Sonja von Eichborn, diretora da ONG Unfairtobacco, o tabaco é responsável por até 6% do desmatamento anual, e a tendência é que esse percentual aumente. No Paquistão, as plantações já respondem por quase 27% do desmatamento anual, segundo dados da OMS.

cigarro_ciclo de vida do tabaco

O transporte e fabricação de cigarros elevam ainda mais a equação tóxica. De acordo com a Unfairtobacco, a indústria utiliza 2,4 milhões de toneladas de papel e papelão por ano para produzir embalagens.

Além disso, um outro problema são as bitucas de cigarro. Dos quase 6 trilhões de cigarros fumados a cada ano, 4,5 trilhões são descartados a céu aberto. Estatísticas do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente (Pnuma) confirmam que elas são o resíduo mais comum de plástico de uso único.

Feitos de um tipo de plástico não biodegradável, as pontas de cigarro podem levar uma década para se degradar, período em que o vento ou a chuva podem facilmente carregá-las para rios e oceanos, onde liberam produtos químicos tóxicos, como ácido acético e arsênico.

Segundo o Parlamento Europeu, uma única ponta de cigarro tem potencial para poluir até mil litros de água com substâncias tóxicas que podem entrar na cadeia alimentar humana. E elas invariavelmente estão no topo da lista de lixo de limpezas urbanas e costeiras, representando entre 30% e 40% de todos os itens coletados a cada ano.

As grandes quantidades de pontas de cigarros também permanecem nos esgotos. Enquanto algumas cidades ao redor do mundo multam os infratores – em Paris, a multa para quem joga bituca na rua custa 68 euros, e em Londres até 150 libras – Von Eichborn acredita que a indústria do tabaco deveria assumir uma responsabilidade maior sobre esse lixo.

Matéria completa em http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2019/03/01/150726-fumar-mata-tambem-o-planeta.html. Acesso 20/03/2019.

Fonte: Deutsche Welle

 

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Assembleia de instalação

De extrema relevância para o condomínio é a assembleia geral de instalação – AGI, a gênese da vida condominial, como entendemos comumente, mas, evidências demonstram, as pessoas não a levam tão a sério como deveriam, apenas se enlevam com o clima festivo desse dia.

Ao final desse importante evento, sua primeira assembleia, o condomínio passa da condição de construção para a condição de utilização, o que significa que, a partir daí, a incorporadora se afasta definitivamente de sua gestão, passando-a aos condôminos, que assumem todos os seus ônus e custos.

Nessa assembleia, como costuma acontecer, se aprova uma previsão do rateio ordinário, aquele permanente para as despesas corriqueiras, e do rateio de implantação, aquele temporário para a compra do que se chama de “enxoval”, isto é, mobiliários, lixeiras, baldes, porta-papéis e saboneteiras, tapetes, protetor para os elevadores, e tantos outros itens, quando nada disso é entregue pela construtora.

Ainda nessa assembleia, que é convocada pela construtora ou incorporadora, pode haver indicação ou apresentação de uma administradora de condomínios, cabendo aos condôminos ratificá-la ou rejeitá-la, sem qualquer imposição.

E, igualmente sem qualquer imposição, se elege o síndico, o subsíndico e os conselheiros.

Também na AGI, desde que previsto no edital de convocação, é comum se decidir a respeito de eventual fechamento de sacadas, quando se estabelece os parâmetros técnicos, se for esse o entendimento do plenário.

Mas, o mais importante – não que não sejam relevantes as questões já pontuadas – é a minuta da convenção, um dos documentos sem o qual o empreendimento não pode ser incorporado como condomínio edilício. Ou seja, o incorporador somente poderá negociar as unidades autônomas, antes mesmo de assentar o primeiro tijolo, após ter arquivado no cartório de registro de imóveis, dentre outros documentos, a minuta da convenção, como pode ser conferido no art. 32, letra “j” da 4.591, a lei de incorporações de 1964.

arquitetura e cidade4

Pois bem, quase ninguém se dá conta de que essa minuta, após a AGI, de forma tácita, mesmo que não tenha sido objeto de deliberação, passa a ser a convenção do condomínio, sua mais alta referência normativa, sua Carta Magna, sua Constituição.

Isso, via de regra, sem qualquer análise prévia ou avaliação por parte dos agora condôminos.

Claro, há incorporadoras e incorporadoras. Mas, em grande número de condomínios se percebe que essa minuta – que agora é a sua convenção, mesmo que lá esteja escrito ‘Minuta da Convenção’, e, para ser alterada, (a) precisa de dois terços dos condôminos, (b) envolve expressivos recursos e (c) tempo! – contém dispositivos esdrúxulos, alguns ilegais, outros imorais.

Nesse sentido, temos orientado que os adquirentes de unidades autônomas em condomínios se organizem numa comissão, ainda durante a construção do empreendimento.

Essa comissão seria constituída para (i) analisar o texto da minuta da convenção e do regimento interno, (ii) promover reuniões com algumas administradoras, coletando orçamentos daquelas avaliadas positivamente, (iii) em contato com a incorporadora ou com a ajuda da (futura) administradora, estudar os rateios, dimensionando, mesmo que provisoriamente, a força de trabalho necessária e os insumos a serem adquiridos mensalmente, (iv) examinar o conjunto de instalações voltadas à segurança e elaborar estudo prévio de viabilidade técnico-financeiro para eventual complemento, (v) listar os equipamentos que pressupõem manutenção preventiva, contatar respectivas empresas e solicitar minuta de contratos, computando os valores mensais, (vi) avaliar a área ajardinada e o parque aquático para levantar custos para sua manutenção e limpeza, mapeando fornecedores no entorno, quando possível, (vii) pesquisar modelos, opções e cotações para possível fechamento da sacada e área de serviços, (viii) acompanhar, na fase final, as obras nas áreas comuns, (ix) providenciar estudos e cotações sobre os valores do seguro obrigatório, e outras providências, a depender das particularidades do condomínio.

Você pode solicitar uma cópia da minuta da convenção ainda no estande de vendas do futuro empreendimento; ou, sim, exigi-la, quando decidir pela compra, mesmo que as obras não tenham ainda sido iniciadas.

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Fazer isso poderia cancelar nossas emissões de CO2

Finalmente, parece que temos uma boa notícia em relação ao aquecimento global. Um novo estudo mostra que replantar em grande escala as florestas do mundo seria uma arma eficiente contra as mudanças climáticas. Segundo os pesquisadores, este reflorestamento em massa “sugaria” dióxido de carbono suficiente da atmosfera para anular uma década de emissões humanas.

Segundo os autores, há espaço para mais 1,2 trilhões de árvores em parques, bosques e terras abandonadas em todo o planeta. Se tal meta fosse alcançada, superaria qualquer outro método já proposto para combater as mudanças climáticas – “desde a construção de turbinas eólicas a dietas vegetarianas”.

árvore

O Project Drawdown é um grupo que compara a capacidade e os méritos de diferentes técnicas de corte de emissões de gases de efeito estufa. Atualmente, eles colocam a energia eólica em terra e a melhora da reciclagem de geladeiras e ar-condicionados no topo de sua lista de melhores métodos para conter o efeito estufa. Se implementadas em uma escala realista, cada uma dessas técnicas reduziria mais de 80 gigatoneladas de emissões. O reflorestamento ficam em 15º lugar, com uma economia de apenas 18 gigatoneladas.

Porém, a nova pesquisa utilizou seus dados recém-descobertos para estimar a escala potencial de captura de carbono que poderia ser alcançada com o plantio de árvores para tentar revelar seu verdadeiro potencial.

“Há 400 gigatoneladas agora, nos 3 trilhões de árvores, e se você escalar isso em mais trilhões de árvores, isso é da ordem de centenas de gigatoneladas capturadas da atmosfera – pelo menos 10 anos de emissões antrópicas completamente aniquiladas”, prevê Crowther, ecologista do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça.

“Não estamos visando áreas urbanas ou agrícolas, apenas terras degradadas ou abandonadas, e isso tem o potencial de enfrentar os dois maiores desafios do nosso tempo – a mudança climática e a perda de biodiversidade. É uma coisa linda porque todos podem se envolver. As árvores literalmente apenas tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, elas melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, o serviço ecossistêmico, é uma coisa tão fácil e tangível”, aponta Crowther.

A tarefa é ao mesmo tempo simples e complexa – são só árvores, mas são muitas árvores. Se a pesquisa for aceita e difundida por toda a comunidade científica, podemos ter descoberto uma nova fonte de esperança para o planeta.

Fonte: Hypescience

Matéria completa em: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2019/02/20/150539-fazer-isso-poderia-cancelar-nossas-emissoes-de-co2.html. Acesso 6/03/2019.

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Problemas recorrentes em condomínios4 – calote

Último dos cinco “C’s”, o calote, mesmo sendo um termo inapropriado, serve para, de forma didática e mnemônica, nos lembrar da inadimplência, por alguns síndicos considerada verdadeiro flagelo na gestão condominial.

Há que se concordar com eles, especialmente quando essa taxa alcança percentuais expressivos, acima de 10%, 15%, lembrando que muitos síndicos fazem malabarismos para administrar taxas de inadimplência acima de 20%.

Muito se publicou a esse respeito, mas nunca é demais lembrar que há algumas ferramentas para combatê-la, ou, pelo menos, minimizar seus efeitos, como restrição de uso de certas instalações da área comum, o desconto pontualidade e a majoração dos juros via atualização da convenção, quando for o caso.

Não há consenso jurisprudencial nessas questões, e é fundamental que sejam submetidas ao crivo da assembleia geral antes de colocá-las em prática, preferencialmente sob a orientação de um especialista.

Na verdade, a própria profissionalização na gestão dos condomínios – administradoras preparadas para conduzir a administração condominial num elevado patamar empresarial, síndicos muito bem preparados – também colabora para que a inadimplência deixe de ser um problemão, deixe de tirar o sono do síndico.

Sim, porque gerir de perto a inadimplência, com foco, isenção e objetividade, contribui efetivamente para que o percentual fique em níveis aceitáveis. As facilidades oferecidas pelos bancos, internet banking, débito automático (no banco ou no cartão de crédito), débito direto autorizado, o DDA inquestionavelmente contribuem igualmente com esse resultado.

juros3

O condômino que se torna inadimplente tem sua história, suas razões. Por isso, defende-se a gestão humanitária da inadimplência, prática na qual cada caso, sempre que possível, é analisado dentro de suas particularidades, adotando-se o adequado encaminhamento, seja possibilitando um acordo mais elástico, seja pela proposta de se retardar a propositura da competente ação de cobrança em juízo, sob o comprometimento de esforço extra do devedor em quitar seus débitos perante o condomínio.

Tudo à luz dos preceitos da convenção, sem que haja descontos ou supressões nos índices que, decorrentes da mora, corrigem o débito.

Claro que isso não se aplica àqueles devedores contumazes, que, felizmente, são a minoria. A grande maioria, quero crer, estão inadimplentes naquele momento, em razão de dificuldades temporárias, a chamada impontualidade.

É mister que não se beneficie o mau pagador, concedendo-lhe descontos na multa e juros, ou firmando acordos fora dos parâmetros estabelecidos em convenção, ou, eventualmente, deliberados em assembleia. Há julgados que condenaram o síndico a pagar ao condomínio quantia excluída do débito, relativa a juros e multa.

Para finalizar estas breves considerações remeto o leitor aos artigos “O outro lado da inadimplência”, publicado em 29/10/2018, e “O impacto da inadimplência no bolso dos demais condôminos“, de 10/03/2017, ambos na categoria Financeiro.

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Bolonha oferece cerveja e sorvete para quem deixar o carro em casa

Um dos polos gastronômicos mais importantes da Itália, Bolonha é uma cidade que quer incentivar seus moradores a adotarem a bicicleta, o transporte público ou simplesmente a caminhada como principais meios de locomoção -, deixando o automóvel em casa. Para isso, lançou um programa de benefícios.

Se para uns andar a pé ou de bike é um prazer, para outros é preciso ter um “empurrãozinho”. E foi pensando nisso que foi criado, em 2017, o Bella Mossa, um programa onde a pessoa baixa um aplicativo e vai armazenando os trajetos realizados. Cada jornada vai sendo transformado em pontos que depois viram recompensas. Na tela do celular também é possível conferir o impacto da ação individual: ele mostra quanto de CO2 deixou de entrar na atmosfera.

Maggiore square in Bologna city

Cerveja, sorvete e até ingressos para cinema estão entre os itens que podem ser resgatados. Além de descontos em lojas e serviços. O projeto foi desenvolvido por um urbanista chamado Marco Amadori e, em entrevista à BBC, ele afirmou que foi a primeira vez que conseguiu envolver as pessoas em uma ideia do tipo. As empresas que participam são compensadas pela prefeitura local.

O programa funciona apenas entre abril e setembro, ou seja, começa na primavera e se estende até o fim do verão. Apesar de ter sido criado para os moradores, turistas e visitantes também podem aderir.

Fonte: https://ciclovivo.com.br/arq-urb/mobilidade/bolonha-cerveja-sorvete-deixar-carro-casa/?utm_medium=website&utm_source=archdaily.com.br Acesso 20/02/2019.

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Problemas recorrentes em condomínios3 – cano

Chegou a vez do cano, assim entendido toda a hidráulica do edifício, cujas reclamações também podem tirar – e tiram! – o sono dos síndicos.

Àqueles menos familiarizados com o termo, os cinco “C’s” são os problemas mais recorrentes em condomínios – cachorro, criança, carro, cano e calote, não necessariamente nessa ordem.

Quando o condômino procura o síndico para reclamar que há um vazamento no teto de um cômodo qualquer do apartamento, prepare-se para certa incompreensão, algum bate-boca, muito desgaste.

Nesses casos, é preciso determinar a origem do problema, se nas prumadas do edifício, a responsabilidade de consertá-los é do condomínio, e quando advém dos ramais de distribuição das unidades, dos moradores envolvidos.

água torneira vazando

Até que isso ocorra, o síndico, acionado mesmo que o vazamento seja nos ramais de distribuição, não pode, obviamente, obrigar o ‘morador de cima’ que o conserte imediatamente ou permita a entrada do técnico que fará uma avaliação e apresentará um diagnóstico.

Se não houver entendimento entre as partes, isto é, de onde se origina e se verifica o problema, o síndico não tem autonomia ou autoridade para intervir de maneira mais contundente; restará ao prejudicado, aquele que teve seu teto perfurado e água vazando sem parar, recorrer ao judiciário.

Mas, desde que caracterizado que o vazamento se origina de prumadas do edifício, cabe ao síndico providenciar o conserto de pronto, para não ser responsabilizado por demais prejuízos causados.

Há, no mercado, coberturas adicionais que podem ser contratadas na apólice de seguro obrigatório, que abrangem, por exemplo, vazamentos de tanques e tubulações, que garantem “a indenização das perdas e/ou danos diretamente causados ao imóvel segurado e aos bens do condomínio e dos condôminos, em consequência de derrame e/ou vazamento de água, ou de outra substância líquida, ocasionado pela ruptura das instalações fixas de água e esgoto do condomínio, inclusive dos reservatórios existentes naquele local, resultantes de quaisquer acidentes de causa externa” (Disponível em https://www.tokiomarine.com.br/wp-content/uploads/2015/10/manual_condominio_novembro_2013.pdf. Pág. 20-21. Acesso 6/02/2019).

Talvez valha a pena pensar nisso na próxima renovação do seguro…

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Aos poucos, Madri vai se livrando dos carros

Até pouco tempo, muitos espanhóis não gostavam de andar de bicicleta ou caminhar longas distâncias. Mas, nos últimos dois anos, muita coisa mudou em Madri: agora existem ciclovias, ônibus e táxis foram reequipados.

E sem um selo ambiental, carros não podem mais dirigir no centro da cidade. Na área de Madri Central, qualquer pessoa que não seja residente ou tenha uma autorização especial só pode estacionar em edifícios-garagem.

E as medidas continuam: para promover ainda mais a mobilidade elétrica, serão criados, em 2019, 20 novos postos de recarga elétrica com 100% de energia renovável.

bikes madrid

Assim Madri se tornou uma referência mundial da economia compartilhada. Florescem plataformas de aluguel de carros, patinetes elétricos e táxis compartilhados. A capital se tornou uma metrópole de startups.

No primeiro trimestre de 2018, os investimentos diretos em Madri aumentaram 82%, para 4,5 bilhões de euros, em comparação com o ano anterior. Assim, 77% de todo o investimento direto na Espanha recaiu sobre a metrópole.

A cidade, governada por uma “roja”, também bate todos os recordes turísticos. No primeiro semestre de 2018, Madri registrou quase 5 milhões de visitantes, 5% a mais do que no mesmo período do ano passado.

Em sua maioria, os moradores estão satisfeitos com as mudanças. “A cidade definitivamente se tornou mais atraente”, diz Sonia Pérez, de 50 anos, que há anos usa a bicicleta ou patinete elétrico para se locomover em Madri.

Mas há também vozes contrárias. Com o projeto Madri Central, Carmena atraiu a ira principalmente do comércio varejista e dos cerca de 2 milhões de passageiros pendulares, que entram e saem diariamente da capital espanhola.

bikes madrid2

Por exemplo, a principal rua comercial foi bloqueada durante vários meses pelas reformas deste ano. Isso levou à perda de receita, reclama o lobby varejista Apreca.

“Informações prévias não chegaram a tempo e foram confusas, por isso muitas pessoas de outras cidades não vieram no primeiro fim de semana de dezembro”, afirma o engenheiro eletricista Fernando Rodríguez.

Também é problemático que as lojas só possam receber mercadorias em certas horas e que a coleta de lixo não seja mais executada duas vezes ao dia, como acontece em alguns bairros, mas apenas uma vez. “O ar pode ficar mais limpo no longo prazo, mas há mais lixo em todos os lugares”, reclama Rodríguez.

Fonte: Deutsche Welle (http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/12/20/149327-aos-poucos-madri-vai-se-livrando-dos-carros.html. Acesso 21/01/2019).

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