O síndico não condômino

Administrar um condomínio não é empresa para qualquer um – lemos e ouvimos isso à exaustão –, embora haja inúmeros casos em que pessoas se dizem preparadas, experts no assunto, chegam a apresentar mais de um certificado de curso na fase de contratação, e, muito cedo, submetem ao condomínio e aos condôminos a situações delicadas, inclusive e principalmente do ponto de vista financeiro.

É corrente se perguntar a respeito do lastro patrimonial desse síndico não condômino, afinal, mesmo com algumas restrições de acesso, é ele quem irá gerir os recursos ordinários do condomínio, dali em diante.

Como no tempo ‘perdido’ na etapa de projetos de uma grande obra, é de extrema importância que o corpo diretivo ou o conselho se debruce sobre o teor do contrato, dando ênfase a minúcias que podem fazer a diferença na eventualidade de algum dano causado.

O contraponto ao síndico condômino é exatamente o fato de que este possui um imóvel no próprio condomínio, patrimônio este que poderá servir de garantia em circunstância similar.

skyline Punta (28)

O chamado “síndico profissional”, denominação que não adotamos, é tendência irreversível. Claro que naqueles condomínios mais complexos, com centenas de unidades, várias torres e inúmeros itens de lazer, esse tipo de contratação se justifica de pronto.

O que não inviabiliza a presença do síndico terceirizado em empreendimentos menores.

Diante da hipótese de que pode haver um percentual expressivo de condomínios que voltaram ao síndico morador depois de ‘testar’ o terceirizado, é preciso descer aos detalhes, pontuando, caso a caso, os motivos que culminaram nessa decisão.

Os ditos condomínios menores – normalmente essa classificação decorre do pequeno número de unidades habitacionais – também têm optado pelo síndico terceirizado por diversas razões, uma das mais relevantes é a de que nenhum morador quer se indispor com os demais consortes, com quem convivem diariamente e, obviamente, pela atual complexidade de que se reveste essa administração.

Via de regra, empreendimentos com poucas unidades que contratam o síndico externo, pelo custo extra envolvido, são aqueles de médio a alto padrão, onde comumente os moradores têm sua ocupação profissional específica, sem tempo para se dedicar à árdua tarefa de administrar o condomínio.

Previsto em contrato, mesmo que sua contratação se opere via assembleia (o que é recomendável), o tempo que o síndico terceirizado, por si ou por meio de prepostos, irá dedicar ao condomínio deve ser suficiente para que os problemas sejam solucionados a contento, com certa proatividade.

Nessa senda, já dissemos em outras oportunidades, é imprescindível uma orquestrada interação do síndico não condômino com os membros do conselho, a quem aquele tem que recorrer para submeter suas decisões gerenciais e obter deles sugestões e ponderações acerca das prioridades, além do necessário feedback das providências concluídas ou em andamento.

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Quarenta por cento das espécies de insetos podem ser extintas nas próximas décadas

Há cerca de 10000000000000000000 insetos individuais vivos neste exato momento. (9999999999999999999, agora que você matou uma mosca). Eles se dividem em 2 milhões de espécies, no cálculo mais conservador – ou 30 milhões, no cálculo mais entusiasmado. Todos os artrópodes do mundo, somados, pesam 16 vezes mais que todos os seres humanos do mundo, também somados. E ainda que você prefira não comê-los, sua alimentação depende deles: algumas fontes dão conta de que 66% das plantas do cardápio humano são polinizadas por abelhas; estima-se que elas, sozinhas, movimentem US$ 20 bilhões anuais só nos EUA.

No Brasil, os polinizadores foram responsáveis por R$ 43 bilhões em 2018. A soja (60% da agricultura nacional) e a laranja (5%) ambos têm um aumento de produtividade perceptível, embora pequeno, quando recebem uma mãozinha do trabalho de transporte de pólen de animais. A maçã (4% do total nacional), por sua vez, é completamente dependente dos insetos. Segundo relatório da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES), 76% das plantas cultivadas comercialmente no Brasil dependem pelo menos parcialmente dos polinizadores – 35% dependem completamente. 249 espécies brasileiras visitam flores. A maior parte são abelhas (66,3%, 165 espécies). Besouros também são importantes (9,2%, 23 espécies).

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               Foto: Frédéric Collin/Getty Images

Dado que os insetos fazem a agricultura rodar, é bastante ingrato da parte do ser humano que eles sejam a classe taxonômica mais ameaçada por nossas plantações – que recobrem 12% da superfície dos continentes. Uma dupla de biólogos das universidades australianas de Sidney e Queensland passou a limpo 73 artigos científicos recentes sobre a perda de biodiversidade entre insetos. Eles concluíram que 40% dos insetos existentes hoje podem entrar em risco de extinção nas próximas décadas. Dentre elas, 23,9% estão ameaçadas pela agricultura dita intensiva; mais especificamente, 13,9% pelo uso de pesticidas e 10,1% pelo uso de fertilizantes.

Praticamente todos os aspectos da agricultura mecanizada em escala industrial são nocivos para o equilíbrio de um ecossistema. Em primeiro lugar, ela envolve recobrir um grande trecho de solo com uma planta só (monocultura). Isso significa que os insetos que polinizam essa planta específica se dão bem, mas todos os outros se dão muito mal. Arbustos e árvores pontuais – comuns em regiões de savana e cerrado como as do Centro Oeste brasileiro – são removidos para abrir caminho às colheitadeiras, reduzindo ainda mais a variedade de habitats disponíveis. O ambiente se torna homogêneo. Os agrotóxicos matam, repelem, desorientam o voo e reduzem a prole dos insetos. O traçado dos rios é alterado para permitir irrigação e drenagem.

Além da agricultura, a urbanização, as mudanças climáticas impulsionadas pelo efeito estufa e a acidificação das águas graças à atividade de mineradoras são outras ameaças.

Dentre os insetos de ecossistemas terrestres, as ordens Lepidoptera (borboletas), Hymenoptera (vespas, abelhas e formigas) e Coleoptera (besouros) são as mais afetadas. 49% das espécies de besouros estão diminuindo em quantidade, 34% já estão ameaçadas. No caso dos Hymenoptera, esses números são 46% e 44%. A tendência é que, conforme os habitats se tornam mais homogêneos, espécies generalistas, capazes de se dar bem no tédio de uma plantação, substituam as que são muito bem adaptadas às condições de um ecossistema específico.

Em resumo: quando uma floresta com milhares de espécies de plantas é substituída por uma enorme plantação de uma planta só, os milhares de insetos que viviam ali também tendem a ser substituídos por um inseto só. O problema é que nossa atividade econômica não depende de um inseto só: depende de vários. E talvez, ironicamente, a agricultura que os faz desaparecer não possa viver sem eles.

Fonte: Super Interessante

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2019/03/12/150874-40-das-especies-de-insetos-podem-ser-extintas-nas-proximas-decadas.html   Acesso 16/05/19

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Fachadas do Plano

O código civil não deixa dúvidas: é dever do condômino não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas, conforme preceitua o inciso III do art. 1.336.

A convenção do condomínio ou o regimento interno pode (deve!) esmiuçar a questão, regulamentando no empreendimento, dentro de suas peculiaridades, o que pode e o que não pode em relação à fachada.

Isso inclui, obviamente, a instalação de aparelhos de ar condicionado, tão caros neste nosso país tropical, proibindo e ou disciplinando quanto a toldos, placas, letreiros, faixas, inclusive aquelas de teor específico (político, esportivo, etc.), que são afixadas por tempo determinado.

Em alguns condomínios há que se disciplinar também a respeito de envidraçamento, definindo a cor do vidro e das esquadrias, o padrão, o modelo, as dimensões das lâminas de vidro, sua orientação, se vertical ou horizontal, mesmo que seja deliberado em assembleia, se omissa a convenção.

A previsão de multa ao condômino que não observar as regras, na convenção ou no regimento interno, é um instrumento muito eficaz, sem prejuízo de obrigá-lo a retornar o local ao status quo ante.

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(crednelsonkonimg)

É preciso ter em mente que a fachada não é propriedade exclusiva, faz parte de um todo e não pode ser alterada, qualquer elemento estranho ao projeto original caracteriza essa alteração, e é parte importante do patrimônio do condomínio.

Em algumas cidades percebe-se que há certo rigor, certo cuidado no trato com as fachadas do empreendimento, seja pela consciência coletiva, seja pela existência de leis específicas que estipulam periodicidade na sua revitalização, seja pela fiscalização, seja pelo fato de que não faltará iniciativa dos demais condôminos quando um deles resolve “aprontar”.

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Já em outras se vê de tudo: toldos, faixas, ar condicionado um de cada modelo e modo de instalação…

Brasília, infelizmente, é uma dessas cidades em que as fachadas, definitivamente, não são respeitadas, pelo menos no Plano Piloto, onde predominam edificações baixas, de no máximo seis andares.

O síndico precisa exercer sua autoridade, respaldado pelas normas, exigindo que os condôminos ajam conforme os preceitos legais e não sob a máxima “sou proprietário aqui, faço que o quero”.

A fiscalização e a iniciativa de condôminos indignados com a desvalorização de seu próprio patrimônio também poderiam entrar em cena…

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Danos ao planeta serão desastrosos para saúde humana se ações não forem tomadas, diz relatório

A avaliação mais abrangente e rigorosa sobre o estado do meio ambiente, desenvolvida pela ONU Meio Ambiente durante os últimos cinco anos, foi publicada hoje (13/03/19) com um alerta de que os danos ao planeta são tão desastrosos que a saúde das pessoas será cada vez mais ameaçada se ações urgentes não forem tomadas.

O relatório, produzido por 250 cientistas de mais de 70 países, afirma que se não ampliarmos drasticamente a proteção ambiental, cidades e regiões na Ásia, Oriente Médio e África poderão testemunhar milhões de mortes prematuras até a metade do século. A publicação também alerta que os poluentes em nossos sistemas de água potável farão com que a resistência antimicrobiana se torne a maior causa de mortes até 2050 e com que disruptores endócrinos afetem a fertilidade masculina e feminina, bem como o desenvolvimento neurológico infantil.

Mas o estudo também destaca que o mundo tem a ciência, a tecnologia e os recursos financeiros de que precisa para seguir na direção de um caminho de desenvolvimento mais sustentável, embora ainda falte apoio suficiente do público, das empresas e de líderes políticos, que se agarram a modelos ultrapassados de produção e desenvolvimento.

O sexto Panorama Ambiental Global foi lançado enquanto ministros do Meio Ambiente de todo o mundo participam do fórum ambiental de mais alto nível do planeta, em Nairóbi. Na pauta das negociações da Quarta Assembleia da ONU para o Meio Ambiente, estão questões críticas como o fim do desperdício de alimentos, a difusão de carros elétricos e o combate à poluição plástica nos oceanos, entre muitos outros desafios urgentes.

“A ciência é clara. A saúde e a prosperidade da humanidade estão diretamente ligadas ao estado do nosso meio ambiente”, afirmou Joyce Msuya, diretora-executiva interina da ONU Meio Ambiente. “Esse relatório é um panorama para a humanidade. Estamos numa encruzilhada. Vamos continuar no nosso caminho atual, que levará a um futuro sombrio para a humanidade, ou vamos dar uma guinada para um caminho de desenvolvimento mais sustentável? Essa é a escolha que nossos líderes políticos têm que fazer, agora.”

Iquitos, Peru. Foto NASA-Good Free Photos

Foto: NASA/Good Free Photos

Opções de políticas inovadoras

A projeção futura de um planeta saudável com pessoas saudáveis baseia-se em um novo modo de pensar, em que o modelo “cresça agora, limpe a bagunça depois” é substituído por uma economia de “lixo-quase-zero” até 2050. De acordo com o Panorama, investimentos verdes de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) dos países trariam um crescimento no longo prazo tão alto quanto o previsto atualmente, mas com menos impactos das mudanças climáticas, escassez de água e perda de ecossistemas.

Atualmente, o mundo não está no caminho para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030 ou mesmo até 2050. Ações urgentes são necessárias agora, uma vez que qualquer atraso nas ações climáticas aumenta o custo de alcançar as metas do Acordo de Paris, pode reverter o nosso progresso e, em algum momento, tornar essas metas impossíveis.

O relatório aconselha a adoção de dietas com menor consumo intensivo de carne e redução do desperdício de alimentos, tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento. Isso reduziria em 50% a necessidade de aumentar a produção de comida para alimentar a população estimada de 9 a 10 bilhões de pessoas no planeta em 2050. Atualmente, em nível global, 33% dos alimentos comestíveis são desperdiçados e 56% do desperdício acontece em países industrializados, afirma o relatório.

Embora a urbanização esteja acontecendo globalmente num nível sem precedentes, o sexto Panorama Ambiental Global aponta que o fenômeno pode apresentar uma oportunidade para aumentar o bem-estar dos cidadãos, ao mesmo tempo em que diminui a pegada ambiental deles por meio de uma governança aprimorada, planejamento do uso da terra e infraestrutura verde. Além disso, o investimento estratégico em áreas rurais reduziria a pressão para que as pessoas migrem para as cidades.

O relatório pede ação para conter o fluxo de 8 milhões de toneladas de poluição plástica que vão parar nos oceanos a cada ano. Embora o problema tenha recebido cada vez mais atenção nos últimos anos, ainda não há um acordo global para enfrentar o lixo marinho.

Os cientistas observam avanços na coleta de estatísticas ambientais, particularmente de dados geoespaciais, e destacam que há um enorme potencial para avançar no conhecimento usando o big data e colaborações mais fortes em coleta de dados entre parceiros públicos e privados.

Ao invés de lidar com questões individuais, como a poluição da água, políticas que lidam com os sistemas na sua integridade, tais como energia, alimentação e resíduos, podem ser muito mais efetivas. Por exemplo, um clima estável e um ar limpo estão interligados. As ações de mitigação climática para alcançar as metas do Acordo de Paris custariam cerca de 22 trilhões de dólares, mas os benefícios de reduzir a poluição do ar poderiam equivaler a 54 trilhões de dólares.

“O relatório mostra que já existem políticas e tecnologias para traçar novos caminhos de desenvolvimento que evitarão esses riscos e levar saúde e prosperidade para todas as pessoas”, afirmaram Joyeeta Gupta e Paul Ekins, que copresidiram o processo do GEO-6.

“O que falta atualmente é a vontade política de implementar políticas e tecnologias a uma velocidade e escala suficientes. A quarta Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que está em curso nesta semana em Nairóbi, precisa ser o momento no qual os formuladores de políticas enfrentam os desafios e aproveitam as oportunidades de um futuro muito mais brilhante para a humanidade”, complementam.

Matéria completa em: https://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2019/03/14/150921-danos-ao-planeta-serao-desastrosos-para-saude-humana-se-acoes-nao-forem-tomadas-diz-relatorio.html. Acesso 2/05/2019.

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E se o síndico ficar inadimplente?

A assembleia foi tranquila, a frequência até que expressiva, afinal se tratava da eleição do síndico, o resultado agradou a todos, bem, a quase todos…

Um condômino presente se candidatou, mas acabou perdendo – por poucos votos, é bom que se diga – e seu rival nem estava presente!

Pode sim o síndico ser eleito sem estar presente na AGO, afinal não há nenhum dispositivo legal que proíba, a menos que a convenção dispuser diferentemente.

Mas, não é isso que vamos abordar.

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Poucos meses depois, o síndico eleito ficou inadimplente; começou com uma impontualidade e agravou mais tarde, por razões que não nos compete comentar.

A inadimplência do síndico fica incompatível com o cargo, pois um dos pressupostos na gestão condominial é exatamente o compromisso do condômino contribuir para as despesas do condomínio.

Ao condômino inadimplente é negado por lei o direito de votar nas deliberações da assembleia e delas participar. Ora, a presença do síndico é fundamental nas assembleias, e como ele está submetido a essa norma geral o imbróglio está instalado.

Como vai o síndico, a quem compete exclusivamente a responsabilidade de cobrar aos inadimplentes, cobrar a si próprio, mesmo que administrativamente?

Indo mais longe, apenas para focar também no aspecto prático, como vai representar o condomínio numa hipotética ação de cobrança em face de… si mesmo?

Cenários possíveis: (1) o síndico renuncia voluntariamente; (2) ele não renuncia (3) o síndico ‘encobre’ essa situação o mais que pode; (4) essa condição é posta em assembleia convocada por um quarto dos condôminos.

Em (1), a solução mais recomendada: ficando o síndico inadimplente é configurado um problema essencialmente ético, como salientado.

Caso ocorra (2), o conselho seria ‘convidado’ a participar da questão, conversando amigavelmente com o síndico, sugerindo sua renúncia.

Já em (3), o que é possível em condomínios em que não há uma efetiva participação de todos, quando ‘descoberto’, dificilmente o síndico irá convocar uma assembleia para destitui-lo.

Então, (4) se apresenta, quando o plenário da assembleia é soberano para promover sua destituição.

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Por que a água é uma das coisas mais preciosas do Universo

Talvez você não possa vê-la o tempo todo. Mas ela está presente em tudo o que nos cerca.

Formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, a água é abundante no universo, inclusive na Terra, onde cobre grande parte de sua superfície.

Também é o maior constituinte dos fluidos dos seres vivos – 60% do nosso corpo é composto de água.

Cada molécula de água na Terra – dentro de você ou de qualquer outro ser vivo – existe há bilhões de anos.

A água chegou em asteroides e cometas dos confins do Sistema Solar.

Esses corpos celestes eram resquícios das grandes nuvens de poeira e rochas que não se tornaram planetas.

Depois de chegar à Terra, essa água esteve presente em rochas, ar, animais, plantas e em nós mesmos.

Ou seja, essa lágrima que sai do seu olho pode ter estado dentro de dinossauros, bactérias, nuvens, geleiras e muito mais.

água água

A água não segue as regras normais da química.

Inicialmente, deveria ser um gás em nosso planeta, uma vez que é feita de átomos muitos leves de oxigênio e hidrogênio.

E, diferentemente de outro elemento químico, quando a água congela, ela se expande.

Ou seja, o gelo flutua na água, o que é, na verdade, muito estranho.

Essa propriedade foi muito útil durante as várias eras glaciais.

Ajudou, por exemplo, a isolar a água no subsolo, permitindo a sobrevivência e evolução de espécies embora a superfície de nosso planeta estivesse completamente congelada.

E isso não é tudo.

Você sabia que a água quente congela mais rápido do que a água fria? Ninguém sabe por quê.

A água também pode fluir para cima, desafiando a força da gravidade.

É dessa forma que o oxigênio e os demais nutrientes chegam às extremidades do nosso cérebro e como as plantas absorvem a água do subsolo

E mais uma coisa: nosso Sistema Solar está cheio d’água.

Por muito tempo, pensamos que estávamos sozinhos na Terra com tanta água.

Mas, na verdade, ela está presente em planetas vizinhos e no restante do universo.

Sabemos agora que há água na Lua, em Marte e até em Plutão.

E onde existe água, pode haver vida.

Então, coloque um pouco de água em um copo. Admire essa substância que não tem cor, cheio ou sabor.

Sem ela, nem nós nem nosso mundo existiríamos.

Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2019/03/01/150720-por-que-a-agua-e-uma-das-coisas-mais-preciosas-do-universo.html. Acesso 17/04/2019.

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Áreas de lazer, sobretudo segurança e tranquilidade

Os itens de lazer do condomínio podem ser determinantes na escolha do local de moradia da família.

É exatamente por isso que os chamados condomínios-clube, aqueles com inúmeras áreas de lazer – piscinas, quadras de esporte, salões de jogos, salões de festas, salas de ginástica, espaço gourmet, cinema, playground, berçário, brinquedoteca, espaço para ensaio musical, divulgado pelas incorporadoras como garage band, saunas, pista de cooper, dentre outros – têm tido muito sucesso na sua implementação, tremenda aceitação no mercado.

área de lazer

Por que será?

Ter tudo isso à mão, sem precisar pegar o carro, sair à rua, enfrentar o trânsito, a incessante procura por uma vaga, o próprio custo envolvido ao estacionar o veículo, a incerteza de que o carro estará intacto, enfim, pode valer muito, a depender da cidade onde se mora.

Nas grandes cidades, afinal, segurança é preponderante. E não ter que sair de casa para caminhar, fazer ginástica, praticar algum esporte, assistir a um filme (ou uma boa partida do esporte preferido) ou cozinhar com amigos, uma bela sessão de sauna… ou, em relação aos “pequenos”, não precisar sair de casa para brincar, estudar, tocar um instrumento, jogar bola ou comemorar o aniversário com os amiguinhos são coisas bem relevantes e que potencializam a moradia segura.

Tudo isso remete também à manutenção: é preciso que a administração se dedique com afinco para deixar tudo em pleno funcionamento, equipamentos revisados periodicamente, iluminação checada, tudo limpo e pronto para uso.

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