Ponte holandesa possui área verde, iluminação LED, wi-fi e energia solar

Os habitantes de Hertogenbosch, na Holanda, podem usufruir desde o dia 9 de maio a Paleisbrug Palace Bridge, cujo objetivo é aumentar a área verde e promover o compartilhamento do espaço público entre pedestres e ciclistas.

A estrutura é uma ponte elevada que faz a conexão do centro antigo da cidade ao bairro de Paleiskwartier. O equipamento possui área verde, pisos aquecidos, bancos, wi-fi e iluminação LED.

Energia solar

Projetada pelo escritório de arquitetura Benthem Crouwel Architects, a ponte possui 250 metros de comprimento, com uma área total de 2,5 mil metros quadrados. A estrutura foi construída com aço resistente à corrosão atmosférica, que garante pelo menos 100 anos de vida, sem necessidades de reparos.

ponte-holanda

A ponte é dotada ainda de sistema de captação de energia solar, que também deve contribuir para preservar o espaço, uma vez que essa energia será utilizada para derreter o gelo durante o inverno. Assim, não será necessário o uso do sal para o derretimento, prática que poderia degradar o aço da estrutura.

Realizada para garantir conforto, funcionalidade, segurança e mobilidade aos moradores, a ponte conecta dois pontos da cidade e também torna mais segura a travessia sobre os trilhos do trem. O local convida as pessoas a sentarem nos bancos, relaxar, apreciar a paisagem, as plantas e flores espalhadas pela ponte. Durante a noite, para diminuir o consumo de energia elétrica, é utilizada a iluminação LED.

Fonte: EcoD

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/38-no-mundo/3404-ponte-holandesa-possui-area-verde-iluminacao-led-wi-fi-e-energia-solar.html?utm_source=eCycle&utm_campaign=1522531b85-Newsletter_135_12_06_2015&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-1522531b85-150575977 Acesso 18/11/2015.

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Barulho…

‘Barulhinho Bom’ é uma música da cantora Marisa Monte.

Mas, barulho bom – mesmo – é aquele que não é feito, é aquele que não é ouvido.

Em quaisquer circunstâncias, se se “ouve” o barulho é porque ele já incomodou.

É sabido que, dos problemas recorrentes em condomínios, barulho é o campeão disparado. É acompanhado de perto dos entreveros que ocorrem na garagem e questões envolvendo animais de estimação.

As fontes são variadas: crianças brincando, móveis sendo arrastados para aquela limpeza caprichada na manhã do sábado, os baques secos do martelo naquele prego que insiste em não entrar, o liquidificador prestes a preparar uma senhora vitamina para três, o interminável e incansável latido do cãozinho que ficou sozinho a manhã inteira, o zumm da furadeira ligada para pendurar o novo quadro comprado ontem na feirinha da torre, justo no domingo de manhã. E tantas outras…

Com forte componente subjetivo, o que é barulho para uns não é para outros: o síndico tem que encarar essas reclamações com muita seriedade e discernimento.

barulhovizinho

Afinal, um ‘simples’ barulho pode desencadear discussões, agressões… até homicídios.

O que fazer? Como agir? Em que se basear?

O documento que disciplina a conduta dos condôminos é o seu regimento interno. A convivência pode se tornar mais harmoniosa quando o texto é claro em relação aos horários em que não é permitido barulho, e lá estão previstas as respectivas sanções à infração cometida pela primeira vez e às reiterações, e o síndico efetivamente as aplica.

Mas, atenção!

É aconselhável que se dissemine no condomínio a prática de se registrar as infrações no livro de ocorrências – sobre o qual já falamos em outra oportunidade – que fica, ou deveria ficar, na portaria.

E tomar o cuidado de analisar o caso concreto, pois um único registro de uma ‘festa de arromba’ na madrugada no ap. 121, quando o reclamante exige que a vizinha seja advertida, pode, na verdade, ser uma rixa pessoal entre ambos.

Pergunte-se: por que não houve mais reclamações? Ninguém mais ouviu? Será que foi realmente uma festança, ou uma simples reunião de amigos, poucas pessoas, sonzinho de CD?

Se o síndico determinar que a condômina do 121 seja advertida – ou multada se for reincidente, baseado apenas em um único registro – pode correr o risco de ser acionado judicialmente.

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Itanhaém/SP fará sistema para captação de água da chuva em prédios públicos

A cidade de Itanhaém, no litoral de São Paulo, anunciou nesta semana que deve começar até o fim do mês de novembro, as obras para o reaproveitamento de água da chuva que serão usados no Centro de Pesquisas do Rio Estuário da cidade. Mais de R$ 246 mil serão investidos no projeto.

A ideia é ampliar a estrutura já existente no local e implantar um sistema de captação de água que será usado para lavar barcos, banheiros e irrigar mudas, por exemplo.

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Segundo o coordenador do Centro de Pesquisas, Nicco Lopes, a ação do ‘Reágua’, é o começo de uma iniciativa sustentável e de economia que o município pretende fazer em outros prédios públicos. “Isso encoraja a conservação, auto-suficiência e uma postura ativa perante os problemas ambientais da cidade”, disse.

Mais informações em http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2015/11/16/120775-itanhaemsp-fara-sistema-para-captacao-de-agua-da-chuva-em-predios-publicos.html

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Trinta fotos contra a Ditadura do Automóvel

Visando divulgar as renovações que mudaram o desenho das cidades, o coletivo brasileiro Urb-I, composta por arquitetos e urbanistas, iniciou o projeto Antes/Depois, que, como diz seu nome, mostra como era as ruas no passado e como são hoje, expondo indubitáveis mudanças em seus desenhos, mostrando que é possível projetar pensando nos pedestres.

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Vale a pena acessar o link http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=198355 e ver essas fotos.

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Seminário “Cidades a Pé” promete ideias inovadoras em busca das cidades caminháveis

Com intuito de mobilizar a sociedade para discutir e desenvolver ideias inovadoras em prol de políticas públicas e estudos que promovam cidades mais caminháveis, o seminário “Cidades a Pé” ocorre entre os dias 25 e 28 de novembro na cidade de São Paulo e (o melhor de tudo) é gratuito.

O evento inédito no país trata de um tema urgente: a humanização das cidades. Ele contará com oficinas, shows, exposições e palestras ministradas por brasileiros e estrangeiros. A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) afirma que 40% das viagens diárias no Brasil são realizadas apenas caminhando – trata-se do modo de transporte mais utilizado no país.

Visando contemplar a complexidade do tema e discutir a questão, haverá quatro eixos temáticos: Mobilidade a Pé, Desenho Urbano e Políticas Públicas para a Mobilidade a Pé, Cidades para Todos e Cidades a Pé.

O seminário contará com figuras ilustres, como o especialista que liderou o projeto de redução de mortes na Espanha, Pere Navarro Olivella, no painel “Desenho Urbano e Políticas Públicas para a Mobilidade a Pé”; o planejador urbano responsável pela otimização do metrô de Londres, David Uniman, para o painel “Cidades a Pé”; a diretora de planejamento urbano de Helsinque, Reetta Putkonen, responsável pelo ambicioso plano de reduzir o número de carros na capital da Finlândia, no painel “Mobilidade a pé e saúde”; e muito mais.

“Andar a pé é uma forma de deslocamento, de transporte. Então, tem que ter infraestrutura. Quando se fala em pedestre, ou se foca na travessia ou na questão da calçada, mas vai além disso”, completa Meli Malatesta, que vai desenvolver essa questão na oficina “Infraestrutura e mobilidade a pé”, realizada no primeiro dia de evento.

Mais informações em http://cidadesape.com.br/

Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/36-eba/3977-seminario-internacional-e-gratuito-qcidades-a-peq-promete-ideias-inovadoras-em-busca-das-cidades-caminhaveis.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=5cf13cb4a9-Newsletter_181_20_11_2015&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-5cf13cb4a9-150575977

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O quórum de alteração do regimento interno

O post Não pode? Por quê?!”, publicado em 19/01/2015, adiantava que o regimento interno, num primeiro momento, integra o texto da convenção, condição essa apenas circunstancial, haja vista que é obrigação legal do incorporador registrar no Cartório de Registro de Imóveis a minuta convencional.

Via de regra não há o real comprometimento com o dia a dia (futuro) do condomínio, então sua única preocupação é o atendimento ao disposto legal.

Nesse sentido, o regimento interno, importante instrumento que deve disciplinar as regras de utilização dos espaços comuns, e, por via de consequência, a convivência (nem sempre) harmoniosa dos condôminos, é apenas mais um item da convenção, e tratado de forma superficial.

regimento interno1

A atualização desse verdadeiro manual de conduta dos condôminos deveria ocorrer periodicamente, ou sempre que se perceber que a dinâmica condominial sofreu alguma alteração.

Em 2004, quando a lei 10.931 alterou a redação do art. 1.351 do código civil retirando exatamente o termo “e do regimento interno”, suprimiu a obrigatoriedade de atender ao quorum de 2/3 para sua atualização.

Com certa frequência vimos que o regimento interno precisa do quorum de 2/3 para ser modificado.

Ora, o próprio inciso V do art. 1.334 do código civil remete à convenção o que se refira a ‘regimento interno’.

E, apenas para reforçar a tese ora em relevo, transcrevemos o Enunciado 248 da III Jornada de Direito Civil, realizada pelo Conselho da Justiça Federal, em ‘Direito das Coisas’: “Art.: 1.334, V: O quórum para alteração do regimento interno do condomínio edilício pode ser livremente fixado na convenção”.

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Brasileiro desconhece importância da polinização para produção de alimentos

Pesquisas do projeto Polinizadores do Brasil constataram, nos últimos cinco anos, que abelhas, insetos e aves são fundamentais para o aumento da produtividade em lavouras, pomares e matas. Em alguns casos de polinização com abelhas, a produtividade pode aumentar em até 70%, de acordo com o projeto coordenado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e Ministério do Meio Ambiente.

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Apesar dessa contribuição, técnicos do Funbio revelaram que 78% da população brasileira desconhece a importância da polinização para produção de alimentos. Citaram, inclusive, números da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), segundo os quais 70% das culturas agrícolas dependem dos polinizadores. As abelhas são essenciais para garantir a alta produtividade e qualidade dos frutos e de diversas culturas.

Levantamento da Universidade de São Paulo (USP) vai além e informa que cerca de 75% da alimentação humana dependem de plantas polinizadas. Esse serviço, feito gratuitamente por abelhas, aves e insetos, é estimado em US$ 12 bilhões anuais nas principais culturas brasileiras. Conforme a Funbio, a maioria dos brasileiros desconhece até o que seja polinização.

Matéria completa em http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/3934-brasileiro-desconhece-importancia-da-polinizacao-na-producao-rural.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=704ebdb3f9-Newsletter_179_11_11_2015&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-704ebdb3f9-150575977   Acesso 11/11/15

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Histórias e causos

É com muita alegria que divulgo a publicação do meu terceiro livro, o segundo a respeito de condomínios, desta vez “O condomínio daquela rua – Histórias e causos nesse ambiente peculiar”, pela Editora Biblioteca 24horas, de São Paulo.

São quarenta e três causos – divertidos, curiosos, pitorescos, incomuns, trágicos – narrados a partir da experiência em gestão condominial por mais de quinze anos, a maior parte na capital paulista.

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O livro é ilustrado, numa linguagem coloquial e de fácil entendimento, e traz diversas situações vividas pelos vários atores desse multifacetado universo, e mostra quão complexas são essas relações.

O livro pode ser solicitado via website: http://www.biblioteca24horas.com.

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A importância da boa convivência condominial entre síndico, moradores e funcionários. Parte 4-final

Ser síndico, já se disse, não é concurso de popularidade. É inerente ao cargo cumprir e fazer com que se cumpram os preceitos da lei, da convenção e do regulamento interno.

Isso, por si só, corresponde a ser o fiscal das regras dentro daquele perímetro. E fiscal, já viu, tem que chamar a atenção, puxar a orelha, advertir, multar, ser o signatário da procuração para que o advogado possa ajuizar ação-de-cobrança-de-cotas-condominiais-em-atraso-do-seu-vizinho-de-porta.

Absolutamente não se está propagando aqui a tese de que o síndico deva ser um tirano, um déspota.

É possível ao síndico desempenhar seu papel sem deixar de lado o bom senso, a cortesia, a civilidade, tendo ótima convivência com todos, moradores e funcionários.

assembleia na garagem2

Uma dessas ocasiões seria a assembleia. Embora a lei não permita ao inadimplente participar dela, poderia o síndico defender em plenário que o condômino, nessa condição, se faça presente e até assine a lista de presenças sem, contudo, ter direito a voto e, muito menos, tumultuar a reunião.

Enfim, a importância da boa convivência entre síndico, moradores e funcionários passa necessariamente pela forma de como se comportam esses atores, especialmente frente às situações em que regras pactuadas não forem atendidas, e pela compreensão de que não resta ao fiscal outra alternativa que não a de aplicá-las com o rigor lá preconizado.

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A importância da boa convivência condominial entre síndico, moradores e funcionários. Parte 3

E o relacionamento do síndico com os funcionários pode se revestir de todos os predicados que remetam à boa convivência. Basta que sigam suas instruções, recebidas diretamente dele ou por meio de um preposto, o zelador, quando houver.

Tomando-se por base o título deste artigo observa-se que, apesar de todas as determinações legais que disciplinam o cargo, a cada síndico – dependendo do modo como cada um se insere em seu contexto de trabalho – tem cabido, em sua prática profissional, escolher entre:

) tomar decisões respaldado pelas normas aplicáveis e assumir o risco de ser taxado de autoritário, prepotente, antipático (e outros adjetivos menos publicáveis); ou

) adotar o “deixa-prá-lá” para ser querido, tido por simpático, compreensivo.

Àquele que trilha o segundo caminho, muito cuidado! Mais cedo ou mais tarde poderá se envolver em imbróglios, de cuja solução pode depender certo desgaste – mental, psicológico e… patrimonial!

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