Veja as fotos no link abaixo. Elas falam por si.
http://www.theworldgeography.com/2012/06/unusual-bridges-for-animals-wildlife.html
Veja as fotos no link abaixo. Elas falam por si.
http://www.theworldgeography.com/2012/06/unusual-bridges-for-animals-wildlife.html
Já imaginou encontrar, no lugar de uma vaga de carro, um espaço para guardar a bicicleta, tomar um banho de sol, ler um livro, se exercitar, ou ainda relaxar em meio à correria cotidiana?
Acredite, os chamados parklets, uma tendência mundial que transforma vagas em zonas de convivência, agora podem virar realidade em São Paulo.
Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode entrar com pedido junto às subprefeituras para instalar um parklet. Por iniciativa própria, a administração municipal também pode propor projetos.
Mas o que dá pra fazer com a vaga? – Popularizados em São Francisco na Califórnia, os parklets ajudam a recuperar o espaço público para o uso coletivo e tornam ruas e bairros mais humanos e amigáveis.
É a geração de espaço para pessoas, e não para carros.

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/04/21/104568-ja-da-para-transformar-vaga-de-carro-em-miniparque-em-sp.html
http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/lei-possibilita-transformar-vaga-de-carro-em
O programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) completa, em 2014, 15 anos de existência. Criado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), incentiva ações sustentáveis no ambiente de trabalho, desde pequenas mudanças de hábito, até atitudes que geram economia. A A3P é uma iniciativa voluntária e que demanda engajamento pessoal e coletivo.
A coordenadora do programa, Ana Carla de Almeida, lembra que é uma agenda pioneira e um marco indutor das ações de sustentabilidade nos órgãos públicos. Parte do princípio de que a administração pública deve dar o exemplo na mudança dos padrões de produção e consumo. Ela explica que a agenda não é restrita ao meio ambiente. É mais ampla, trata de sustentabilidade, ou seja, envolve reduzir desperdícios, economizar recursos públicos, proteger o meio ambiente e proporcionar qualidade de vida no trabalho.
O programa conta hoje com diversas parcerias, em todas as esferas: federal, estadual e municipal. No total, 211 instituições possuem termo de adesão. Quem não tem o acordo assinado, pode participar da Rede A3P, canal de comunicação para troca de experiências, que conta atualmente com quase 500 órgãos cadastrados e 1.200 pessoas.
Iniciativas voluntárias transformam o trabalho em ambiente sustentável
A chamada Arquitetura Sustentável não é um estilo arquitetônico em si, mas uma série de princípios que permeia o projeto e a execução dos edifícios.
Conforme um dos artigos anteriores do Arquitetura Verde, Arquitetura Sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.
A Arquitetura Sustentável atualmente se apresenta em variadas linguagens, desde as mais simples às mais tecnológicas. Veremos alguns exemplos de prédios que são referência na construção sustentável.

Veja os prédios que são referência na construção sustentável em http://www.coletivoverde.com.br/construcao-sustentavel/
– Em todos os condomínios o valor da taxa é igual ou não?
Não. Cada condomínio tem sua particularidade, e são muitas as variáveis que influenciam no valor final da taxa.
– De quanto esse valor varia?
Essa questão não é linear. Tudo depende da estrutura física do condomínio, suas instalações, o padrão do empreendimento, e, principalmente, o tamanho do efetivo do pessoal a serviço, sejam funcionários próprios ou terceirizados. A individualização do consumo de água e gás também propicia certa redução no valor da taxa de condomínio.
– Como saber se o valor que o condomínio exige está correto?
O condomínio não visa lucro, os recursos são levantados antecipadamente (no início do mês) para fazer frente às despesas do mês em curso, como já afirmado. A análise da evolução das receitas e despesas fornece a informação desejada. Um documento importante é a ‘pasta de prestação de contas’, que contém todos os comprovantes de receitas e despesas mensais.
– O que fazer se o futuro morador for enganado em relação ao assunto?
O termo ‘enganado’ precisaria ser mais bem definido para uma resposta mais objetiva. O número de problemas que podem advir da administração condominial é enorme.
– Quem ele pode procurar para ajudá-lo?
Qualquer dúvida que surja a primeira pessoa a ser procurada é o síndico, seja pessoalmente, por email, por telefone, ou mesmo documentando a demanda no ‘Livro de Ocorrências’ que todo condomínio mantém na portaria.
– Para mais informações sobre o assunto, a quem recorrer?
A administradora do condomínio deverá ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas. Em casos extremos, um especialista também pode ser acionado.
Ao nos envolver com condomínios recém-implantados, mormente os residenciais, logo surge a preocupação com a segurança, especialmente nas grandes metrópoles.
Às vezes, ainda na assembleia de instalação algum condômino levanta a questão e põe em polvorosa todo o plenário.
Se não, na primeira AGE o tema vai surgir em toda a sua plenitude. Experiências horríveis serão relatadas, casos escabrosos serão contados, até envolvendo crianças e pessoas idosas.
A incompreendida ‘comissão de obras e orçamentos’, depois de exaustivo levantamento, numa dessas oportunidades apresenta aos presentes alguns cenários, equipamentos e seus preços, os custos das respectivas manutenções, a abrangência, ou cobertura – CFTV com ‘n’ câmeras, cerca elétrica, controle de acesso, monitoramento remoto, gravação digital, enfim, tudo de última geração, quando for o caso.
Em certa medida, até independentemente do padrão do empreendimento, os números causam espanto e alvoroço, pelo menos no primeiro momento, e o ‘expositor’ é execrado ali mesmo.

No decorrer dos debates, conforme os condôminos vão emitindo suas opiniões – uns muito favoráveis, outros nem tanto e uma parcela visceralmente contra aquele ‘gasto’ – as convicções irão se formando e, democraticamente, passa a ser possível sugerir uma votação.
O que se pretende ressaltar é a importância de que reveste uma condução serena quando se discute a segurança de todos os envolvidos.
É preciso contar com a abnegação dos condôminos que se dispõem a pesquisar empresas, escopos e preços e, sobretudo, elogiá-los, reconhecendo o trabalhão que tiveram em nome da coletividade.
Cerca de 1,5 milhão de aves, peixes, baleias e tartarugas morrem ao ano por causa de dejetos plásticos no mar. E o problema pode se agravar: segundo estudos científicos divulgados em Quito, cinco “ilhas” desses resíduos flutuam nos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico.
“A cada ano, os plásticos (no mar) matam 1,5 milhão de animais”, afirmou Laurence Maurice, do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD) francês. “No Pacífico Norte, 30% dos peixes ingeriram plástico em seu ciclo de vida”, acrescentou.
Durante a Semana da Água, organizada pela embaixada francesa em Quito, Maurice, que é diretora mundial de pesquisas do IRD, apresentou estudos recentes sobre o que chama de “o sétimo continente”: massas não compactas de dejetos plásticos que estão à deriva nos três principais oceanos.
Matéria completa em http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/10/20/109718-ilhas-de-plastico-matam-15-milhao-de-animais-por-ano-diz-especialista.html
É só prestar atenção às capas dos principais jornais e sites de notícias dos últimos meses para perceber que a velha e, outrora, esquecida bicicleta virou manchete. Até mesmo os candidatos às eleições incluíram as magrelas em suas campanhas de governo.
Veja o link: http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=37233
– Quando começar a pagar a taxa de condomínio?
A partir da assembleia de instalação, que significa a passagem da fase do condomínio de construção para a condição de condomínio de utilização.
– Como essa cobrança deve ser feita?
A administradora, de posse do cadastro fornecido pela construtora ou incorporadora, emite boletos que são enviados ao endereço informado.
– Quando ela pode ser feita?
Os boletos são emitidos com vencimento no início de cada mês, até o dia 10 no máximo, uma vez que tais recursos serão utilizados para fazer frente às despesas do mês em curso.
– Para que servem essas taxas?
São várias as taxas condominiais, separadas contabilmente – ordinária, fundo de reserva, implantação, obras, provisão de 13º salário, e outras. Cada uma se destina ao pagamento das despesas específicas a que se refere. Assim sendo, os recursos da conta ordinária servem para o pagamento das despesas ordinárias, ou seja, as corriqueiras do condomínio, como salários, encargos, conta de luz, água, gás, manutenção de elevadores, dentre outras. A conta fundo de reserva, como o próprio nome diz, é uma reserva técnica, às vezes obrigatória por força da convenção, rateada à base de uma percentagem sobre a conta ordinária (5%, usualmente). A conta implantação é adotada em condomínios recém instalados e serve para o pagamento dos gastos com a aquisição do ‘enxoval’, entendido como lixeiras, capachos, dispensers de papel toalha, papel higiênico, protetor para o elevador de serviço, mobiliário e equipamentos para a portaria, para o refeitório (quando houver), etc.