Os benefícios que a natureza proporciona para sua saúde mental

Por mais que seja difícil de acreditar devido às circunstâncias nas quais o ser humano vive hoje em dia, principalmente nas grandes cidades, a raça humana passou 99% de sua existência em contato direto com a natureza. Levando isso em conta, não é tão complicado entender que o contato com o verde das árvores, com o canto de um pássaro e com um belo pôr do sol, possa aliviar estresse, melhorar o desempenho e o humor, e amenizar e diminuir chances de desenvolvimento de doenças mentais.

Cada vez mais estudos analisam esse benefícios que a natureza proporciona, seja através de vitaminas, de calor ou da simples sensação de liberdade que o contato nos traz, o fato é que os benefícios são muitos.

natureza versus saúde mental

Entre as vantagens que a natureza proporciona é fácil mencionar:

  • A influência da natureza ajuda a recuperar o cérebro da fadiga causada por trabalho, estudo, etc., melhorando o desempenho e a satisfação;
    • Quando incorporada no design de prédios, propicia calma, inspira ambientes e estimula o aprendizado e a curiosidade;
    • Proporciona um ótimo espaço para atividades físicas, que melhoram o aprendizado, a memória e as funções cognitivas;
    • Atividades ao ar livre podem aliviar sintomas de Alzheimer, demência, estresse e depressão;
    • Contato com a natureza ajuda no desenvolvimento das crianças, encorajando a imaginação, criatividade e a interação social;
    • Diminui sintomas de DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção) em crianças, podendo diminuir, também, o uso de remédios.

Matéria completa em: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/4123-os-beneficios-da-natureza-para-sua-saude-mental.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=3ffbe03522-Newsletter_210_04_03_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-3ffbe03522-150575977   Acesso 07/03/2016.

 

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Arquitetura árabe é inspiração para tecnologia que protege prédios de raios solares e reduz gasto com ar-condicionado

Dois prédios comerciais de 145 metros de altura localizados na cidade de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, foram construídos de forma inovadora. Para reduzir o calor no ambiente, sem desrespeitar a lei que restringe o uso de aparelhos de ar condicionado, as Al Bahar Towers foram desenvolvidas com painéis protetores que amenizam a temperatura no interior dos edifícios. Além de utilitários, os painéis também foram desenhados com inspiração em elementos estéticos da arquitetura árabe.

Os painéis foram criados por uma das cinco maiores empresas de arquitetura do mundo, a Aedas Architects, que se espelhou no mashrabiya (elemento arquitetônico árabe) para a composição. O mashrabiya é um elemento tradicional, que combina decoração com funcionalidade. Normalmente acoplados em janelas, ele funciona como um misto entre telas e venezianas, diminuindo a incidência de luz e projetando bonitos padrões no interior do ambiente.

A temperatura média na cidade de Abu Dhabi é de aproximadamente 34,2°C, chegando a atingir os 40°C entre os meses de junho e agosto. Os protetores, controlados eletronicamente, são capazes de amenizar cerca de 50% do calor gerado pelo sol nos dois prédios. Os painéis triangulares podem se dobrar ou se esticar para reter ou permitir a passagem de luz solar.

Fonte: Arch Daily

Veja mais em  http://www.ecycle.com.br/component/content/article/41-pegue-leve/4112–arquitetura-arabe-e-inspiracao-para-tecnologia-que-protege-predios-de-raios-solares-e-o-reduz-gasto-com-ar-condicionado.html?utm_source=eCycle&utm_campaign=3ffbe03522-Newsletter_210_04_03_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-3ffbe03522-150575977   Acesso 04/03/2016.

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Afinal, pode ou não pode manter animais no condomínio?

Recente julgado dá conta de que o condomínio pode proibir morador de ter animal de estimação, caso da Apelação Cível nº 0007866-77.2012.8.26.0248, em que o Relator, Desembargador Paulo Alcides, negou provimento ao recurso interposto pelo dono do animal que pretendia manter seu cão da raça pit bull, finalizando que. “não se nega, é claro, o amor dos donos que o criaram desde pequeno ou o sentimento de angústia gerado por esta decisão, porém, em situações assim, forçoso reconhecer que o interesse público deve se sobrepor ao do particular, especialmente se o cão já demonstrou indícios de sua ferocidade sem instigação aparente”. (grifei).

animais em condomínio2

Em contraponto, igualmente recente, a Apelação Cível nº 378974-41.2014.8.09.0137 manteve a sentença que garantia “a criação de pequenos animais de estimação, dóceis, saudáveis e inofensivos, nas dependências dos condomínios, e o trânsito necessário e cuidadoso pelas áreas comuns, quando restar demonstrada a inexistência de incômodo, transtorno ou risco à segurança dos demais moradores, como é o caso dos autos”. (grifei).

E então, pode ou não pode manter animais em condomínios?

O primeiro parágrafo aborda uma situação em que o judiciário entendeu que aquele cão não tinha condições de permanecer no convívio condominial principalmente pelo fato de que já havia demonstrado sua ferocidade, mesmo sem ter sido provocado.

Já o segundo garantiu a presença do animal de pequeno porte, dócil, saudável e inofensivo, mesmo que os normativos internos do condomínio preceituem de maneira diversa.

Bem, ficou claro, certo?

É inegável o direito de que se mantenham animais de estimação em condomínios, pelo forte componente afetivo e emocional que essa convivência propicia, especialmente quando se trata de crianças e pessoas idosas.

animais em condomínio

No entanto, há que prevalecer o bem estar dos demais. Quando se vislumbra ameaça à segurança e tranquilidade de todos aqueles que coabitam o condomínio – moradores, funcionários, prestadores de serviço, visitantes – a regra deixa de ser aplicada, conforme ilustrado acima.

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Lançamento do livro “O condomínio daquela rua” em BSB

Meu novo livro de causos passados em condomínio, ou dele decorrente, foi publicado pela Editora Biblioteca 24horas, de São Paulo, em dezembro de 2015.

Prefaciado por Fernando Fornícola, diretor-presidente da Habitacional Administradora de Condomínios, de São Paulo, a quem respeito e admiro, traz quarenta e três causos com narrativas divertidas, curiosas, pitorescas, incomuns, trágicas, que também podem servir de reflexão àqueles que se encontram envolvidos em administração de condomínios de alguma forma, ou que se interessam de maneira particular pelo tema.

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Com as férias de janeiro e o carnaval logo no início de fevereiro, aguardamos este mês de março para promover uma noite de autógrafos aqui em Brasília, no Restaurante Carpe Diem, situado na quadra 104 Sul, no próximo dia 23 de março, quarta-feira, a partir das 19h00.

carpe diem 104 sul

Para quem não conhece, o Carpe Diem é um local muito aprazível, onde há sempre eventos deste tipo, vide o link http://carpediem.com.br/categoria/agenda/.

Será uma honra receber a todos para uma noite agradável de bate-papo, regado a um bom vinho.

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Que tal inserir a cidade em que vivemos nesse rol?

Dados de aplicativo revelam a rotina de ciclistas em 12 cidades do mundo

Informações foram levantadas pelo Strava, app voltado para atletas que curtem correr e pedalar pelas ruas. São Paulo está entre as avaliadas.

Londres
É a cidade onde os ciclistas são mais ativos, de acordo com o Strava. Em um ano, foram mais de 7 milhões de registros de pedaladas no aplicativo. A distância média percorrida é 15 km, há 22,5 km/h.

Sidney
No último ano, o dia em que mais se pedalou foi 2 de novembro de 2014, quando aconteceu uma pedalada em apoio aos pacientes de esclerose múltipla. Mais de 7.500 pessoas registraram presença no Strava. Em média, 1.200 usuários do app pedalam pela cidade todos os dias.

São Paulo
No último ano, foram mais de 800 mil registros de pedaladas no Strava. Em média, os usuários do aplicativo pedalam 17,3 km em suas viagens, a 19 km/h. Curiosamente, é a cidade onde mais se pedala à noite, no período entre 20h e 23h.

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Milão
É a cidade onde as pessoas vão mais longe de bicicleta. A média é de impressionantes 54 km por pedalada, percorridos a 24,3 km/h.

Nova York
O dia mais popular entre os ciclistas nova-iorquinos é quarta-feira. No último ano, a data que mais reuniu magrelas na cidade foi 3 de maio de 2015, num evento anual para estimular as pessoas a pedalar. Quase 6 mil pessoas registraram suas pedaladas no app.

Paris
O dia em que mais gente pedalou foi um dia em que o foco eram os maratonistas. Em Paris, as pessoas amam pedalar antes da maior corrida da cidade, que acontece todo ano. Foi no dia 12 de abril de 2015 e as ruas estavam livres de carros.

São Francisco
O dia em que as pessoas mais pedalaram é completamente aleatório: apenas um sábado qualquer no meio do inverno. 9,5 mil pessoas registraram pedaladas. Cerca de 2 mil pessoas usam o aplicativo todos os dias.

Amsterdã
É a cidade onde ciclistas pedalam mais rápido no mundo. A velocidade média é 25,5 km/h. Em um ano, mais de 2,8 milhões de pedaladas foram registradas na capital das bicicletas. O dia em que as pessoas mais pedalaram foi na comemoração ao dia das mães, 10 de maio. Quase 22 mil pessoas pedalaram usando o app.

Melbourne
O que não falta é ladeira. Lá, os ciclistas precisam subir cerca de 275 metros toda vez que saem de bike. E vão longe também: em média, percorrem 32 quilômetros em suas viagens.

Los Angeles
Em um ano, mais de 2 milhões de pedaladas foram registradas no aplicativo. A variação de altitude de cerca de 400 metros explica a velocidade um pouco mais baixa, com média de 21 km/h.

Barcelona
Dentre as cidades avaliadas, é a que tem maior variação de altitude – são 762 metros em média. Não é à toa que lá se pedala a menos de 20 km/h.

Berlim
Em Berlim, as pessoas pedalam em média 31,5 km. É a cidade onde mais se pedala à tarde, entre 15h e 17h; 14% dos usuários do aplicativo registram atividade neste horário.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/dados-aplicativo-revelam-rotina-ciclistas-12-cidades-mundo-918720.shtml   Acesso 03/02/2016.

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Síndico precisa saber de tudo?

Não. Os síndicos não precisam saber de tudo!

Amiúde se ouve em palestras ou se lê em artigos diversos que o síndico tem que se tornar quase um ser onipresente, além de entender de tudo dentro do condomínio.

Discordo disso veementemente!

A concepção básica do cargo não traz obrigatoriamente a exigência de que se saiba – como se profissionais multiespecializados fossem – da tecnologia de elevadores, do prazo que tem o zelador para desocupar o imóvel funcional, qual a tinta mais adequada para a pintura da fachada e o quanto isso custa em nossa cidade, o exato valor da rescisão do contrato de trabalho do porteiro que pediu demissão e às vezes trabalha à noite, qual o parâmetro correto que deve constar do relatório técnico do sistema de para-raios, e tantos outros.

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Mesmo não fazendo a distinção entre o morador e o profissional, o que é imprescindível ao síndico, a meu ver, é cercar-se de uma competente assessoria – seja via administradora, ou não – e ter todos os elementos à mão para buscar aquilo que o condomínio precisa, que possibilitem escolher o melhor, o mais simples, o mais abrangente, o mais atual, o mais moderno e o mais barato.

E quando o próximo desafio for um serviço muito específico – modernização de elevadores, por exemplo – estar propenso a dispender recursos apenas para definir seu escopo antes de contratar.

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Em 2050, os oceanos terão mais plástico que peixes

Caso você precise de mais evidências de que os homens estão fazendo um belo trabalho de destruição do planeta, considere o seguinte: se continuarmos desse jeito, vai haver mais plástico que peixes nos oceanos.

Essa é a conclusão de um novo relatório do Fórum Econômico Mundial e da Fundação Ellen MacArthur.

“As melhores pesquisas disponíveis hoje estimam que haja mais de 150 milhões de toneladas de plásticos no oceano hoje”, diz o relatório. “Num cenário em que nada mude, espera-se que o oceano contenha 1 tonelada de plástico para cada 3 toneladas de peixes em 2025 e, em 2050, mais plásticos que peixes (por peso).”

Em outras palavras, em apenas 34 anos, a quantidade de lixo plástico no oceano vai superar, em peso, a de peixes.

mar de plástico

O estudo descreve os plásticos como “material faz-tudo ubíquo da economia moderna” e afirma que, depois de um curto primeiro ciclo de uso, 95% do valor material das embalagens plásticas, entre 80 bilhões e 120 bilhões de dólares anualmente, são perdidos.

Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico – o equivalente a um caminhão de lixo por minuto – são despejadas no oceano anualmente, segundo o Fórum Econômico Mundial.

O relatório, “A Nova Economia do Plástico: Repensando o Futuro dos Plásticos”, também oferece esperanças.

Novos materiais e tecnologias indicam que é possível erradicar o desperdício de plástico.

Alcançar tal mudança sistêmica, diz a Fundação Ellen MacArthur, vai exigir uma importante colaboração, incluindo empresas de bens de consumo, fabricantes de plásticos, empresas envolvidas na reciclagem e autoridades.

“Esse relatório demonstra a importância de começarmos uma revolução no ecossistema industrial dos plásticos”, disse em comunicado Dominic Waughray, do Fórum Econômico Mundial, “e é um primeiro passo para mostramos como transformar a maneira que os plásticos se movimentam na nossa economia.”

Hoje, só 14% das embalagens plásticas são coletadas para reciclagem, segundo o Fórum Econômico Mundial. Em comparação, o índice de reciclagem de papel é de 58%, e o de ferro e aço está entre 70% e 90%.

Claramente há margem para melhoras.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/2050-oceanos-terao-mais-plastico-peixes-934325.shtml   Acesso 03/02/2016.

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Tire suas dúvidas sobre economia de energia no condomínio

Como economizar a eletricidade gasta da porta de casa para fora? Para responder a essas questões, listamos o que é verdadeiro e o que é falso na economia de energia do condomínio.

Em um ambiente coletivo, é melhor usar várias lâmpadas de baixa potência do que uma única de alta potencia (e que consome mais).
Falso. Onde for possível, use uma única lâmpada de maior potência e com alcance maior, em vez de várias de potência menor.

As cores das paredes influenciam no consumo de energia.
Verdadeiro. As cores claras refletem a luz e reduzem a necessidade de mais pontos de iluminação. Por isso, pinte as paredes e tetos das áreas comuns, como corredores, escadas e halls dos elevadores, com cores claras, como branco e bege.

Vale a pena instalar minuterias e sensores de presença nas áreas comuns do condomínio.
Verdadeiro. Esses dispositivos permitem manter as lâmpadas acesas apenas por um período determinado, ou quando detectam a presença de alguma pessoa. Com isso, evita-se que as luzes funcionem sem necessidade e a economia pode chegar a 83%.

economia de energia

Foto: Carlos Eduardo Jorge

Chamar mais de um elevador não aumenta o consumo de energia.
Falso. Ao solicitar mais de um equipamento, você está emitindo um sinal para que outros elevadores se desloquem até o seu andar e, com isso, gastem energia sem necessidade. Além de chamar apenas um elevador, procure também não sobrecarregá-lo com pesos acima do indicado e aperte o botão apenas uma vez.

Fios desencapados aumentam o consumo de energia.
Verdadeiro. Além de provocar a perda de energia, esses fios podem causar um curto circuito e levar até a incêndios. Lembre-se ainda de que as normas técnicas proíbem a existência de fios soltos, eles devem estar sempre dentro de eletrodutos.

O uso de equipamentos de segurança aumenta muito o consumo de energia.
Falso. Os equipamentos de segurança gastam uma quantidade irrisória de energia elétrica e podem ser bastante eficazes na segurança do condomínio.

Limitar o horário de uso das áreas de lazer ajuda a reduzir o consumo.
Verdadeiro. Ambientes como sala de estar coletivas, quadras esportivas, salões de jogos e saunas consomem uma grande parcela de energia gasta pelo condomínio. Por isso, reúna os moradores e estabeleçam horários específicos de funcionamento para cada um deles.

Vazamentos de água contribuem para o aumento do consumo.
Verdadeiro. O desperdício de água e vazamentos também contribuem para o aumento do consumo de energia, além de exigir mais do conjunto de motor-bomba. Por isso, evite acionar o sistema muitas vezes por dia e não utilize-o no horário de ponta da carga do prédio e do sistema elétrico da concessionária.

Agora que você já sabe o que é verdadeiro e o que é falso, que tal conversar com seus vizinhos e implantar novas práticas que eliminem os desperdícios e melhorem a eficiência no uso da energia dentro do seu condomínio?

Segundo dados da Companhia Energética de Brasília (CEB), a conta de energia elétrica pode representar até 30% das despesas de um condomínio residencial. Fatores como o tamanho da propriedade, o número de equipamentos elétricos e, sobretudo, a maneira como as instalações são utilizadas pelos condôminos interferem diretamente nesse percentual.

É importante lembrar que as ações de economia resultam na diminuição do consumo de eletricidade e, consequentemente, das despesas – mas não diminui o conforto nem os benefícios do condomínio.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/dicas-e-guias/guias/2012/janeiro/tire-suas-duvidas-sobre-economia-de-energia-no#ixzz3z7pJHfO0   Acesso 03/02/2016.

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Sorteio de vagas de garagem em condomínios

Você comprou seu tão sonhado imóvel, um belo apartamento naquele condomínio bonitão, fachada vistosa, bem arborizado, rua tranquila.

O único senão foi a vaga da garagem atribuída à unidade, meio apertada, uma coluna desse lado, o carro grande de seu vizinho de outro.

Finalmente, o momento tão esperado: chegou a convocação para a assembleia em que haverá o sorteio de vagas para os próximos dois anos, como preceitua a convenção.

Por uma ‘ironia do destino’ – viagens, compromissos no trabalho -, você não quitou o último boleto de condomínio, também não pôde comparecer à assembleia, e soube posteriormente que decidiram sortear as melhores vagas entre os condôminos adimplentes, e depois foram sorteadas as vagas para os demais condôminos.

garagem 6

Claro que não gostou da vaga que ‘sobrou’ para você.

É de se refletir sob dois aspectos, o primeiro remete ao inciso III do art. 1.335 do código civil que estabelece como um dos direitos do condômino “votar nas deliberações da assembleia e delas participar, estando quite”. Tal vedação é lícita nas deliberações ditas ‘corriqueiras’, ou seja, aquelas que não envolvam direito de propriedade.

O segundo, que não tem amparo na lei o encaminhamento feito pela referida assembleia impedindo os condôminos inadimplentes de usar as melhores vagas de garagem, sorteadas exclusivamente aos adimplentes.

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Síndrome do edifício doente: quando o prédio em que você mora ou trabalha prejudica a saúde

Diversas doenças podem ser desencadeadas pelo ambiente em que você vive, seja em sua casa ou no local de trabalho. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu, em 1982, a existência da síndrome do edifício doente, após a comprovação de que a morte de 34 pessoas e a constatação de que 182 casos de contágio com a bactéria denominada Legionella pneumophila foram ocasionados pela contaminação do ar interno de um hotel na Filadélfia. Dá para perceber que a coisa é séria, né? Você já  sentiu que, ao entrar em um edifício, seus olhos e nariz ficaram irritados, apresentou dores de cabeça, falta de concentração ou fadiga? É possível que o local em questão se tratasse de um “edifício doente”.

Mas afinal, o que é um edifício doente?

edificio-doente

A síndrome em questão se refere à relação de causa e efeito das condições de um ambiente interno e a agressão à saúde dos ocupantes, com fontes poluentes de origem física, química ou biológica. Um edifício é considerado doente quando cerca de 20% de seus ocupantes apresentam sintomas associados à permanência em seu interior. Sintomas relacionados com a construção podem ter um impacto substancial sobre a saúde.

Em alguns casos, a simples saída do local já é suficiente para que os sintomas desapareçam, mas o problema pode ocasionar distúrbios mais graves quando o indivíduo tem predisposição ou a exposição é prolongada, provocando as doenças relacionadas ao edifício (building-related illnesses – BRIs).

Leia tudo em http://www.ecycle.com.br/component/content/article/42-eco-design/4061-sindrome-do-edificio-doente-conheca-os-sintomas-e-as-causas-alergias-dor-cabeca-vocs-poluicao-contaminantes-saude-trabalho-arquitetura-ar-condicionado-qualidade-quimicos-biologicos-fisicos-ambiente-saudavel-selo-casa-construcao-respiratorios-iluminacao.html?lb=no&utm_source=eCycle&utm_campaign=00b11f1961-Newsletter_194_08_01_2016&utm_medium=email&utm_term=0_ca1df616f8-00b11f1961-150575977. Acesso 13/01/2016.

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