Lei de Sitter. Queéisso?

Manutenção e economia.

Intuitivamente sabemos que “prevenir é melhor que remediar”.

Neste brocardo, levando a questão ao ambiente condominial, ‘prevenir’ significa, claro, manutenção preventiva, e ‘remediar’, aquela corretiva depois que o fato foi consumado.

A lei de Sitter, ou lei de evolução de custos, mostra que a demora para iniciar obras de manutenção causa os reparos mais caros, além de mais trabalhosos.

Os custos de correção correspondem a uma progressão geométrica de razão cinco (veja a ilustração).

É muito mais barato trabalhar preventivamente, isto é, não esperar algo se deteriorar de vez para se providenciar seu reparo.

São cientistas, estudiosos, professores que se debruçaram sobre o tema que afirmam isso.

Que tal adotar essa prática no seu condomínio?

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Comprei, e agora?!

Novos condomínios, investidores e futuros condôminos

Quando uma área é incorporada para lançamento de um novo condomínio, o incorporador, atendendo aos preceitos legais, pode iniciar a venda das unidades autônomas antes mesmo de fincar a primeira estaca no terreno.

Temos, então, os primeiros adquirentes, que compram o imóvel na planta. Decorrido o tempo de construção chega o dia da assembleia de instalação do condomínio. Esta assembleia é aquele momento festivo, comes e bebes incluídos, quando quase todos os (futuros) condôminos comparecem. Antes da comemoração, esse é o foro para se decidir assuntos importantes do condomínio que está prestes a passar da condição “de construção” para a condição “de utilização”.

É quando a ‘minuta da convenção’ se torna ‘convenção’; quando se aprova uma previsão do rateio ordinário e do rateio de implantação; quando há a indicação ou apresentação da administradora do condomínio, e eleição do Corpo Diretivo, isto é, síndico, subsíndico (se houver) e conselheiros. Eventualmente, nessa oportunidade, decide-se também a respeito do fechamento da sacada, do fechamento da área de serviço e outros que tais.

Com o objetivo de racionalizar tempo, agir com transparência e ‘não estragar a festa’ na assembleia de instalação temos orientado que os adquirentes constituam uma ‘comissão de condôminos’ o mais rápido possível, a partir da formalização da compra.

Melhor ainda se puderem contar a ajuda de consultoria especializada para promover algumas ações, dentre as quais a análise do texto da minuta da convenção, reuniões com a futura administradora, levantamento do custo ordinário e de implantação, estudo e pesquisa de modelos, opções e orçamentos para possível fechamento de sacada e área de serviço, acompanhamento de obras nas áreas comuns.

Fica nossa sugestão!

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Cenas fortes, você aguenta?!

Dez ilustrações desconcertantes do polonês Pawel Kuczynski sobre as contradições humanas que vivemos.

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Veja todas em: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/setembro/dez-ilustracoes-de-pawel-kuczynski-sobre-as?tag=cultura

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Quer comprar lixo?

“Quatro toneladas de lixo têm o mesmo potencial energético do que uma tonelada de óleo combustível”.

Veja em
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2013/09/26/98487-oslo-converte-lixo-importado-em-energia.html

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Da série ‘perguntas e respostas’. #2

Quem é o síndico hoje, como foi no passado, quais suas atribuições e responsabilidades?

O síndico de ‘antigamente’, como se diz, é um senhor aposentado, com bastante tempo livre, cuja atuação profissional não é, via de regra, muito afeita à administração do condomínio; ele tem boa vontade, não quer se indispor com absolutamente ninguém, está grande parte do dia por ali, circulando, conversando com um ou outro, não é muito exigente com sua administradora. Já o síndico de hoje é o jovem profissional liberal, comerciante, empresário, com pouquíssimo tempo livre, e que por isto mesmo precisa de respostas rápidas, conclusivas e acertadas.

Ele está mais atento, pois sabe o tamanho de sua responsabilidade.

Dentre outras atribuições, o síndico tem que convocar assembleia; elaborar previsão orçamentária anual; prestar de contas na assembleia, ou quando solicitado; fazer seguro obrigatório da edificação; diligenciar a conservação das áreas comuns; representar o condomínio em juízo e fora dele.

Ele ainda atua como psicólogo, juiz, árbitro, mediador, relacionando-se com o conselho, subsíndico e demais condôminos, além do envolvimento com funcionários – próprios e terceirizados –, fornecedores e prestadores de serviço.

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Olho nelas!

Piscina e segurança.

Considerando os últimos dez ou doze anos, nas grandes cidades brasileiras, poucos condomínios foram construídos sem piscina. Imaginamos que signifique um percentual expressivo no custo final da obra, contudo tem um forte apelo na hora da venda.

Ter uma piscina para praticar natação – excelente esporte –, ou mesmo somente para o lazer com a família, é muito bom, disso não resta dúvida. Em termos paisagísticos é também um elemento importante na composição do projeto.

Quando se analisa sob o ponto de vista da administração, a piscina traz diversas responsabilidades e custos.

Veja: sua limpeza e manutenção, aquisição de produtos e mão de obra; disciplinamento das regras para sua utilização via regulamento interno; se houver trocador de calor instalado, custos adicionais de energia e manutenção do equipamento, manta plástica sobreposta na água.

Outro ponto relevante envolve a segurança. Inúmeros acidentes com crianças pequenas, alguns fatais, têm ocorrido. Até queridos bichinhos de estimação já foram vítimas.

Há quem defenda seja instalada uma rede de proteção de malha fina, o que nos leva a pensar como será feita a fixação dessa rede, para que um problema não seja resolvido com o surgimento de outro.

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Ata notarial. O que é isso?

É a constatação in loco de determinada situação feita por um tabelião, a partir de solicitação da parte interessada, sem a emissão de opinião, parecer ou juízo de valor.

É, portanto, um documento oficial, com fé pública e pode se constituir em instrumento de prova em processo judicial.

Ela pode ser utilizada em qualquer situação no condomínio, numa assembleia, ou, por exemplo, quando uma nova obra vai ter início num terreno próximo.

As construtoras, pelo seu engenheiro ou arquiteto, tomam a iniciativa de visitar as edificações vizinhas e providenciar um laudo técnico detalhado antes do início das fundações para se garantir de eventuais reivindicações infundadas no futuro.

Se isso não ocorrer, e no andamento das obras – o que sempre acaba acontecendo – aparecerem trincas, fissuras, ou qualquer outro tipo de anomalia, é recomendável que o síndico providencie uma ata notarial.

O notário vai pessoalmente ao local e “constata, verifica, escuta e observa”, e tira fotografias se assim foi solicitado.

A ata notarial não é uma alternativa barata. Para ilustrar, em São Paulo a primeira folha custa em torno de R$ 300,00 e as demais por volta de R$ 150,00 cada uma.

Em Natal (no Estado do Rio Grande do Norte) o custo pode oscilar entre R$ 186,00 e R$ 498,00.

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Como implantar a coleta seletiva

A coleta seletiva pode resolver parte dos problemas relacionados aos resíduos sólidos, apresentando benefícios ambientais, sociais e econômicos para o Brasil. Apesar disso, segundo a associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), apenas cerca de 8% das cidades brasileiras realizam coletas seletivas.

Mas a mobilização em prol da causa pode ser bem maior. É mais simples do que se imagina e traz muitos resultados positivos, basta seguir alguns procedimentos. Conheça-os:

1. Preparar e mobilizar o condomínio para a coleta: seja empresarial ou residencial

É importante que haja uma comissão responsável pelas atividades. Essas pessoas deverão ficar responsáveis por tomar decisões, tais como:

  • Como a separação dos resíduos será feita? Uma boa opção é a distribuição de sacos com cores diferentes para materiais recicláveis. A decisão evita confusões na hora de retirar o material;
  • Os funcionários do condomínio irão retirar o material reciclado dos apartamentos/estabelecimentos ou haverá uma lixeira grande, separada por tipo de resíduo? Neste caso, o custo para a compra do recipiente deve ser levado em consideração;
  • Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado e quem irá retirar a coleta seletiva do condomínio? Seja a própria prefeitura, uma ONG, cooperativas ou catadores, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.

2. Conscientização dos condôminos

Após tomar as primeiras decisões, sensibilizar toda população local é o mais importante. Palestras, reuniões e cartazes devem fazer parte da ação. Cartazes educativos e de incentivo à coleta seletiva devem ser mantidos por, pelo menos, três meses.

3. Orientação para que a coleta seja correta

Campanhas internas frequentes também podem ser um boa pedida. Os condôminos devem ser orientados acerca de como realizar a coleta seletiva de forma certa, reconhecendo a destinação de cada material, de recicláveis a orgânicos.

Saiba como descartar:

4. Destinação que será dada ao material reciclado

Saber a destinação que será dada ao material reciclado é fundamental. É bom procurar saber se, em sua cidade, a prefeitura não oferece algum tipo de coleta seletiva. Caso não, procure uma cooperativa ou uma ONG. Encontre postos de coleta seletiva em todo o Brasil. O ideal é que os resíduos sejam recolhidos de uma a duas vezes por semana, dependendo do tamanho do condomínio. Escolha trabalhar com uma cooperativa que apresente CNPJ.

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Foto: flavio_boaventura

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/dicas-e-guias/guias/2013/fevereiro/guia-como-implantar-coleta-seletiva?tag=rrr#ixzz2gBuQHgrL

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Raios e trovões!

Uma das obrigações legais em alguns municípios brasileiros é a revisão anual do chamado SPDA, ou sistema de proteção contra descargas atmosféricas, o sistema do qual faz parte o popular para-raios.

Sua instalação obedece a normas técnicas quanto ao tipo de material utilizado, bitola do cabeamento em cobre nu e dimensão da haste de cobre que deve ser enterrada, onde o raio termina sua trajetória, dissipando-se no solo.

Independe do tipo instalado no seu edifício – gaiola de Faraday ou do tipo Franklin, os mais comuns – é importantíssimo que se faça uma revisão anual desse sistema, mesmo que não haja obrigatoriedade legal no município em que resida.

A confiabilidade do sistema será, então, checada anualmente ou de forma preventiva após reformas que possam alterá-lo, ou após ter recebido uma descarga elétrica.

A chamada ‘medição ôhmica’, isto é, a capacidade de resistência do solo deve ser feita por técnico especializado, emitindo-se a respectiva A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica, do CREA).

O SPDA protege a estrutura do prédio e as pessoas; aparelhos eletroeletrônicos não são protegidos e poderão ser danificados mesmo que uma descarga seja captada e conduzida para a terra.

Não pense que o para-raios do prédio vizinho vai proteger você e que instalá-lo no seu prédio vai atrair raios. O sistema, na verdade, é um caminho seguro da energia gerada à terra.

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Consumo consciente

Família produziu apenas um saco de lixo durante um ano todo

Rachelle Strauss, a britânica que pode ser considerada com nível de consciência ecológica elevada. O motivo? Ela convenceu a família a reduzir o consumo de resíduos em casa. O resultado foi que ela, o marido Richard e a filha Verona, de nove anos, conseguiram produzir apenas um balde de lixo em 2009.

E quem pensa que, por conta disso, a família passou a viver com menos qualidade, está enganado. Eles reciclam quase tudo. O que compram é adquirido por produtores locais, os restos servem como adubo. Quando não há outro jeito, eles recorrem aos supermercados grandes, mas levam seus próprios recipientes recicláveis para não desperdiçar materiais, a exemplo do plástico.

Segundo Rachelle, ela convenceu o marido no momento em que o apresentou a realidade dos problemas marinhos, causados pelo plástico – que foi o primeiro material cortado da lista de consumo. Posteriormente, eles começaram a reciclar e a utilizar baterias recarregáveis e painéis solares para gerar energia, informou o site Hypeness.

Para dar dicas sobre consumo consciente, o casal, que já é conhecido como Mr. e Mrs. Green (senhor e senhora verde), criou o site My Zero Waste, considerado pela população local como uma referência no mundo da reciclagem.

O resistente balde de lixo produzido pela família de Longhope, na Inglaterra, durante as 52 semanas de 2009, continha alguns brinquedos quebrados, lâminas, canetas ou outros objetos aos quais eles não conseguiram dar outra vida.

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Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/setembro/conheca-a-familia-que-produziu-apenas-um-saco-de?tag=consumo_consciente#ixzz2g5qd3dtT

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