Equipamentos de combate a incêndio no condomínio

Segurança e manutenção andam juntas no condomínio, especialmente quando se pensa nos equipamentos de combate a incêndio.

Todas as providências são importantes e se complementam.

Os extintores devem estar sempre com sua carga em dia, mangueiras corretamente enroladas e hidrantes checados periodicamente.

Portas corta-fogo mantidas fechadas, nunca trancadas, são um importante aliada num evento de incêndio, pois possibilitam a saída dos moradores. A recomendação é de que as molas passem por manutenção a cada seis meses: as PCF’s devem fechar-se sozinhas após abertas.

O acesso às escadas totalmente desobstruído, o corrimão contínuo e a iluminação de emergência em pleno funcionamento. Como corolário disso, rota de fuga, indicação do andar, sentido do pavimento térreo, hidrantes e alarme devidamente sinalizados.

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Igualmente, as placas nos elevadores devem estar bem visíveis em todos os andares, proibindo sua utilização em caso de sinistro.

A brigada de incêndio é obrigatória por lei, e a ela compete a condução de todo o processo de evacuação, orientando aos condôminos em relação à rota de fuga, localização dos equipamentos contra incêndio e ponto de encontro do lado de fora.

Vale ressaltar a importância de simulações de abandono a cada doze meses, pelo menos.

Problemas na parte elétrica podem ser indicativos de curto-circuito, origem de muitos incêndios. Não se descuide, portanto, de sua revisão quando for constatada alguma irregularidade, como luzes piscando, disjuntores que desarmam, equipamentos que esquentam.

No Estado de São Paulo é ainda obrigatório o AVCB, o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, documento válido por três anos em condomínios residenciais, que atesta a conformidade dos equipamentos de combate à incêndio da edificação.

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Os condomínios na cidade de São Paulo, pelos anúncios d’O Estadão – II

O edifício Mendes Caldeira, que ficava na Praça da Sé e foi demolido para dar lugar à principal estação do metrô paulista, era anunciado em 1960, como “ponto de encontro de mais de cem bairros, no ponto chave das zonas bancária e judiciária de São Paulo”.

Primeiro prédio de escritórios de São Paulo, o Palacete Martinico Prado foi projetado por Ramos de Azevedo a pedido do então prefeito Antônio Prado, irmão do homenageado no nome do edifício.

Inaugurado em 1954 durante as festas do 4º Centenário, o prédio do Othon Palace Hotel abrigava no último andar um dos mais luxuosos restaurantes da capital, o Chalet Suisse, com vista para o Vale do Anhangabaú, no centro velho de São Paulo, foi um dos ícones da rede hoteleira paulistana.

Marco arquitetônico da cidade, o Altino Arantes, prédio do antigo Banespa, atual Santander, tem 162 metros de altura e um mirante de onde é possível ver o Pico do Jaraguá, os prédios da Avenida Paulista, o Palácio das Indústrias, as fábricas do Brás e da Mooca, foi inaugurado em junho de 1947. Com linhas inspiradas no Empire State de Nova York, marca uma mudança na arquitetura paulistana, quando a cidade passou a trocar o estilo clássico francês por edifícios que seguiam o desenho americano.

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Desta forma vemos uma brevíssima história da gênese condominial na cidade de São Paulo, cidade que elegemos para morar e grande parte da população tem um condomínio em seu cotidiano quer seja no trabalho, quer seja como lar, ou ainda ambos.

A quem quiser pesquisar, segue o link: http://acervo.estadao.com.br/.

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Quem mora perto de áreas verdes é mais propenso à felicidade

Vida urbana e fadiga mental, uma dupla quase inseparável, certo? Mas um passeio no parque pode dar um jeito rápido nesse problema. O efeito do relaxamento foi comprovado por um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos.

Ao analisar os dados de uma pesquisa sobre a saúde e bem estar da população local, os cientistas observaram que os “altos níveis de espaços verdes foram associados com sintomas mais baixos de ansiedade, depressão e estresse”.

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O estudo, publicado recentemente no Jornal Internacional de Pesquisa Ambiental e Saúde Pública, combina dados de saúde mental com dados de satélite que analisaram como a vegetação estava presente em cada um dos blocos do censo.

 

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/04/21/104570-quem-mora-perto-de-areas-verdes-e-mais-propenso-a-felicidade.html

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Lixão símbolo da marginalidade de Medellín vira um jardim

Uma montanha de lixo de 45 metros de altura, transformada em jardim municipal. Essa é a história real que transformou a vida de um bairro humilde e de seus habitantes na cidade colombiana de Medellín (noroeste).

“Isto era um lixão. Agora estamos vivendo na glória. Para poder caminhar, era preciso se esquivar das cabeças de animais. Saíam uns líquidos do lixo”, contou à AFP Oriol Arturo Arango, um dos jardineiros que morou 22 de seus 31 anos de idade em meio ao lixo, até que sua casa se incendiou.

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No vazadouro de Moravia, que acumulou até 1,5 milhão de toneladas de lixo em 30 anos, chegaram a viver 2.138 famílias, umas 14.000 pessoas, que viviam da reciclagem e moravam em casas construídas com resíduos.

“Todo ano tínhamos pelo menos um incêndio por causa dos gases”, conta Neira Agudelo, de 27 anos, ex-moradora do morro de lixo que também virou jardineira.

 

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/04/16/104436-lixao-simbolo-da-marginalidade-de-medellin-vira-um-jardim.html

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Os condomínios na cidade de São Paulo, pelos anúncios d’O Estadão – I

O jornal ‘O Estado de S. Paulo’ nos conta, a partir de 1875, pelos anúncios de lançamentos de imóveis, a história do mercado imobiliário na cidade de São Paulo, ao tempo em que a cidade, com apenas 30 mil habitantes, nem luz elétrica tinha.

Desde curiosos anúncios de chácaras com cachoeiras disponíveis em locais onde hoje se encontram bairros como a Bela Vista, Jardins e outros próximos da área central, passando por aqueles que ofereciam ‘vida de campo’ em áreas como o Jardim América, Pacaembu e Anhangabaú, ou a ‘nova maravilha urbana’, ao se referir, em meados de 1938, ao entorno do ‘novo’ Estádio Municipal, que já estava em obras e seria inaugurado em abril de 1940, até as construções dos edifícios, é possível se traçar a evolução do mercado imobiliário…

Depois vieram os edifícios, começando com o Martinelli, em 1924, o primeiro grande da cidade, com 26 andares e 105 metros de altura. “O projeto foi um tributo do imigrante italiano à cidade que adotou”, segundo informações do Acervo Estadão.

O edifício Rolim, inaugurado em 1928, remete ao modernismo catalão, com uma cúpula no topo revestida de bronze e uma pequena torre que parece um farol, antigamente iluminado, foi projetado pelo arquiteto Hippolyto Gustavo Pujol, tinha 13 andares e era um dos edifícios mais altos de São Paulo, um dos pontos dominantes da paisagem do centro velho.

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O condomínio Sabará Piauí, na esquina das ruas Sabará e Piauí, no bairro Higienópolis, era apresentado, nos anos 1940, como ‘um verdadeiro poema de cimento e aço’. Foi uma das obras do empreiteiro João Artacho Jurado, que nem arquiteto era, mas deixou exemplos arquitetônicos marcantes na cidade.

Até a guerra, em 1945, influenciou o que era oferecido nos condomínios. O Santa Cecília foi anunciado com a vantagem de ter um moderno abrigo antiaéreo.

O Copan, projetado por Oscar Niemeyer, com 120 mil metros quadrados de área construída, 35 andares e 1.160 apartamentos, foi inaugurado em 1957 e tornou-se um cartão postal de São Paulo e um marco na arquitetura moderna.

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Dicas na contratação de produtos e serviços – Parte 2*

No quesito materiais é preciso que conste tipo, qualidade, quantidade de cada insumo considerado, deixando muito claro a responsabilidade pelos custos de eventuais retrabalhos.

Com as propostas em mãos analisamos o valor, tempo previsto de execução, tamanho da equipe de execução, materiais que serão utilizados, fatores alegados para possíveis atrasos.

Escolhida a empresa é hora de checar suas credenciais: ligamos para alguns de seus clientes, se for possível visitamos pelo menos uma de suas obras, solicitamos a minuta de seu contrato de prestação de serviços e cópia do contrato social ou alguns dados cadastrais como razão social, CNPJ, endereço da sede, nome dos sócios e fornecedores principais.

Assina-se, então, o contrato de prestação de serviços, do qual deve fazer parte, a depender do porte da obra, a cópia da apólice de seguro específica, além da comprovação de vínculo empregatício da empresa com os profissionais que irão efetivamente executar os serviços contratados.

A administradora providencia, com certa antecedência, uma circular para que todos os condôminos fiquem cientes de que as obras irão se iniciar dentro de alguns dias e se programem. Sim, há obras que dependem de providências, como a limpeza de fachada com produtos químicos, quando todos serão avisados de que as plantinhas e móveis da sacada terão que ser removidos para não serem atingidos e a área ajardinada no entorno do prédio será protegida.

Supondo não haja nenhuma intercorrência digna de nota no decorrer dos serviços, chegamos ao final dos trabalhos.

A empresa quer entregar formalmente a obra.

Dependendo da complexidade dos serviços o síndico volta a chamar aquele técnico – contratado lá no quinto parágrafo, lembra? – para ajudá-lo a conferir se o escopo foi plenamente atendido.

Tudo certo? Aí sim o ‘aceite’ será assinado pelos contratantes, as parcelas vincendas poderão, a seu tempo, ser liberadas para pagamento.

Última forma: há alguns serviços que o CREA orienta para que se exija do prestador o recolhimento da A.R.T., a Anotação de Responsabilidade Técnica.

Revista condomínio115 Capa Dicas contratação

*Artigo publicado na Revista “Condomínio” nº 115, de em João Pessoa.

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Dicas na contratação de produtos e serviços – Parte 1*

Administrar um condomínio, não importa seu tamanho, quantas unidades ou quantas torres ele tem, quantas pessoas circulam por dia, quantos carros cabem na garagem não é tarefa fácil, disso todos sabemos.

Ao síndico recai toda a responsabilidade. Cabe a ele, portanto, mesmo que tenha a seu lado uma excelente administradora, o que muito recomendável, acompanhar de perto quando se contrata empresa terceirizada para a prestação de serviços.

Vamos nos ater, neste momento, naquela empresa que vai efetuar um determinado serviço no condomínio, escopo definido, preço acertado, prazo de pagamento firmado, tempo certo de execução.

Antes de se chegar nessa fase, precede a tomada de preços, aquela pesquisa essencial quando se toma no mercado duas, três ou quatro propostas, tomando o cuidado primordial de convidar empresas idôneas, regularmente constituídas, e que apresentem portfólio consistente onde estejam indicados alguns clientes, telefone e nome de contato para checagem.

‘Escopo bem definido’ é aquele que estabelece a natureza e o tipo de serviço a ser prestado, a equipe, materiais e equipamentos que serão utilizados, responsabilidades de cada contratante, prazo estimado de execução, cuidados a serem observados durante o andamento, a legislação a ser atendida, condições para o aceite da obra. Reputamos importantíssimo defini-lo, à custa, quando for o caso, de contratação de técnico especializado. Sempre valerá a pena!

Imagem*Artigo publicado na Revista “Condomínio” nº 115, de João Pessoa.

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Barulho em condomínios*

Bem… conceituar ‘barulho’ não é tarefa fácil. Haja vista o exemplo clássico daquele rock ensurdecedor que seu filho adolescente gosta! (“curte” é a expressão mais adequada). Ou seja, o que é bálsamo para o ouvido de uns é simplesmente insuportável para outros.

Quando você está ouvindo “As quatro estações”, de Vivaldi – ou qualquer tipo de música de que goste muito -, naquele enlevo, você nem percebe que seu filho está fazendo cara de “arghh!!!”, provavelmente com as mãos nos ouvidos, de saída para o seu quarto onde vai ouvir o seu rock.

Este contraponto, quando levamos a questão para dentro do universo condominial, ganha contornos peculiares.

Vamos, aqui, deixar de lado a análise de eventuais problemas construtivos no seu edifício, ou seja, aquele isolamento acústico que não foi instalado, ou não o foi adequadamente, pelo menos.

E aos síndicos, a sugestão de promover campanhas elucidativas publicando de vez em quando cartazes com excertos do Regulamento e lembrando que tolerância e civilidade são imprescindíveis nesse particular convívio.

Revista condomínio114 artigo Barulho1

O barulho em condomínios é um dos problemas mais comuns, a principal causa das multas aplicadas e de intermináveis e acalorados “bate-bocas”. Sua origem é bem diversificada: desde o indefectível “tec-tec” do salto do sapato no apartamento superior, o arrastar de móveis ou a batida seca do martelo na parede, o som daquela música que você não gosta vindo do salão de festas precisamente às 22h01, o incansável latido do cãozinho de seu vizinho de andar, o ‘zumm’ da furadeira ligada no sábado pela manhã (justo na noite em que você foi dormir já de madrugada), dentre muitos outros.

A perturbação ao sossego alheio é (deve ser) encarada no condomínio com muita seriedade, afinal pode se desencadear em algo com desdobramentos inesperados como discussões, agressões, até homicídios.

Como conviver com isso?

O disciplinamento da conduta de condôminos está em seu Regulamento Interno. A convivência pode tornar-se mais harmoniosa quando o texto é claro em relação aos horários em que não é permitido barulho, quando lá está prevista as sanções respectivas à infração cometida pela primeira vez e às reiterações, e o síndico efetivamente as aplica.

Sem se esquecer, também, da Convenção de condomínio, da legislação civil e criminal.

Criminal? Sim, o condômino barulhento fica sujeito às cominações previstas na Lei das Contravenções Penais, com pena de prisão simples ou multa, conforme seu artigo 42.

Sabe-se que o direito de propriedade não é absoluto. Mesmo dentro do perímetro de sua unidade não é possível fazer de tudo, independentemente do incômodo que possa causar aos outros. Festas até altas horas com aquele sonzinho ao vivo, TV ligada com o volume alto, você naquela tarde de sábado pendurando o quadro que acabou de comprar na feira de artesanato, utilizando furadeira, buchas e parafusos, o cachorro latindo quase o dia todo porque ficou sozinho quando as crianças foram à escola e os pais ao trabalho são posturas que não são condizentes no ambiente condominial.

O desrespeito exacerbado ao direito do descanso alheio pode suscitar soluções, digamos, originais. Tem-se notícia de um síndico que instalou um timer na iluminação do salão de festas, detalhe este contido no termo de responsabilidade e reserva do salão que o postulante assina previamente. Se a festa não terminar até às 23h59 toda a energia do local é subitamente desligada, inclusive as tomadas. É… nem o som vai poder ficar ligado.

Outra questão recorrente em condomínios é a que envolve as reformas. Os horários definidos no Regulamento Interno deverão ser obedecidos, eis que sujeitarão o infrator à advertência, num primeiro momento, e multa nas reincidências. Normalmente, há um lapso de descanso na barulheira durante o horário de almoço.

Antes de qualquer atitude, antes mesmo de falar com o síndico, tente um contato com seu vizinho barulhento, pessoalmente ou pelo interfone. De repente um problemão deixa de existir com um simples diálogo.

Mas, diante de eventual insensibilidade, registre no Livro de Ocorrências na portaria do prédio, não se esqueça de assinalar dia e hora, e descreva o evento. Se houver mais pessoas que também se incomodaram diante do mesmo episódio, melhor.

Se sua indignação transcende ao mero registro citado acima, dirija-se a uma delegacia de polícia e faça o boletim de ocorrência. Testemunhas também serão importantes caso a pendenga chegue ao judiciário. A partir daí é você versus o barulhento; o condomínio não é parte nessa demanda.

O que se sugere, entretanto, é o respeito mútuo, o bom senso e a consciência de que o direito de cada um vai exatamente até onde começa o direito do outro.

(*) Artigo publicado na Revista Condomínio nº 114, publicada em João Pessoa/PB.

 

 

 

 

 

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Contra e-lixo, UE quer modelo único de carregador

Quem nunca sofreu com o problema? A bateria do celular está quase no fim, você esqueceu o carregador em casa e ninguém que está por perto tem um modelo igual ao seu para te emprestar. Esse tipo de situação pode estar com os dias contados, pelo menos na União Europeia.

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Projeto proposto pela parlamentar alemã Barbara Weiler propõe que se torne obrigatório que todos os fabricantes de celulares adotem um modelo único de carregador para os aparelhos. Se aprovada, a medida valerá para todos os países do bloco econômico – entre eles Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Reino Unido e Suécia.

Muito além de querer facilitar a vida dos usuários de celular que esquecem o carregador em casa, o projeto pretende diminuir consideravelmente a quantidade de lixo eletrônico produzido. Segundo a relatora Weiler, a medida evitará, anualmente, 51 mil toneladas de e-lixo.

 

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/03/25/103816-contra-e-lixo-ue-quer-modelo-unico-de-carregador.html

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Na Holanda, casas flutuantes são solução para era do aquecimento global

Com uma xícara de café na mão, Willem Blokker sobe dois lances de escada até o espaçoso terraço de sua casa. Ele se gira, deixa-se cair no confortável sofá e pergunta: “Entende agora por que, para nós, é como estar sempre de férias?”

O holandês de 52 anos vive numa das 43 casas flutuantes que formam um bairro aquático em Amsterdã, cuja construção foi concluída em 2011. O local é chamado Steigereiland (Ilha de Ancoradouros), pois suas moradias são posicionadas como navios num porto, dos dois lados de quatro longos ancoradouros.

Blokker está felicíssimo com seu pequeno reino flutuante de três andares e um amplo terraço, com área total de 160 metros quadrados – apesar de ter que fazer uma ou outra concessão.

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http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/04/07/104170-na-holanda-casas-flutuantes-sao-solucao-para-era-do-aquecimento-global.html

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