Receita extra. Humm, quem não gosta?!

Aluguel do topo para antenas, parte 1

A perspectiva de se reduzir a cota mensal de cada condômino é sempre tentadora, ainda mais quando não se trata de comprometer a qualidade dos serviços prestados, a frequência das manutenções e o conforto de toda a massa condominial.

o que se precisa é uma área pequena, às vezes menor que dois metros quadrados, lá no topo do edifício para alugá-la a empresas de telecomunicação.

Só? Talvez não, veja.

Todo contrato desse tipo exige a entrada de técnicos 24 horas por dia, o que influi diretamente na segurança e um pouco na privacidade. Claro que o impacto disso pode ser minimizado se o contrato previr a obrigação de se respeitar a convenção e o regulamento interno, obrigando os técnicos se utilizar de uniformes, portar crachás, apresentar documento de identificação e, sobretudo, o agendamento da visita, quando rotineira.

Se for possível, é recomendável que um funcionário acompanhe os serviços, mas sabemos que isso nem sempre será viável.

Não se pode esquecer, também, que uma antena será encravada no piso do teto. E daí?

A impermeabilização não pode ser danificada, senão haverá problemas. Vazamentos nunca são bem-vindos, certo?

Até agora, não se conhecem estudos comprovando que essas instalações fazem mal à saúde ou causem interferências em aparelhos domésticos. De qualquer forma, esse tipo de análise é competência das agências governamentais.

Não perca a parte 2!

comunicação antena

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Duas Rodas Futebol Clube

O sistema de compartilhamento de bicicletas vem se aperfeiçoando nos últimos cinquenta anos, tendo se iniciado na Europa, mais precisamente em Amsterdã, na Holanda.

Aqui no Brasil é bem mais recente, o projeto Pedalusp – sistema de bicicletas compartilhadas da USP, de 2010, faz parte dessa história.

Também em São Paulo, o Bike Sampa e o Ciclo Sampa, projetos em parceria com a iniciativa privada e a C.E.T. – Companhia de Engenharia de Tráfego, disponibiliza à população diversas estações em vários pontos da cidade.

De que se trata? É um sistema alternativo de transporte.

Como funciona? São estações em rede nas quais os usuários retiram e devolvem as bicicletas.

Por que é viável? Tem baixo custo, promove a integração entre modais, é saudável e sustentável.

Para as cidades, são apontados os seguintes benefícios: Promove o turismo e o lazer | Melhora na saúde e na qualidade de vida | Reduz o congestionamento | Reduz a emissão de gases do efeito estufa | Cria a oportunidade de empregos | Promove maior conscientização ambiental | Promove a coesão social e humaniza a cidade.

Em condomínios, os benefícios seriam: Promove hábitos saudáveis | Facilita a locomoção dos condôminos através de um modal sustentável | Serviço inovador e associação a uma causa atual | Compromisso com a Sustentabilidade | Mídia Espontânea | Pontuação para certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

Os custos de implementação do sistema devem ser levantados com a empresa, cuja proposta deve contemplar o custo de implementação propriamente dito e o de manutenção, tanto da estação quanto das bicicletas.

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Como Hamburgo vai tirar carros das ruas

A chamada Rede Verde (Grünes Netz) deve ser construída nos próximos 15 a 20 anos e as vias para pedestres e bicicletas ligarão todos os parques, reservas, playgrounds, jardins comunitários e cemitérios dos sete distritos do município, que correspondem a 40% da área total de Hamburgo. Aumentando o número de ciclovias e vias para pedestres e diminuindo o acesso dos carros, espera-se que a utilização de automóveis seja reduzida substancialmente.

http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/como-hamburgo-vai-tirar-carros-das-ruas/

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Maior floresta vertical do mundo está quase pronta

A maior floresta vertical do mundo está prestes a ficar pronta. Construída em Milão, ela nada mais é do que um complexo de prédios nos quais os apartamentos têm diversas árvores.

O Bosco Verticale, como é chamado, ajuda a reduzir o impacto ambiental por conta da grande quantidade de árvores plantadas e ainda é tido como um dos projetos mais inovadores na tentativa de explorar o potencial da paisagem de Milão.

Com conclusão prevista para o segundo semestre deste ano, o projeto conta, até o momento, com nada menos do que 100 diferentes tipos de árvores.

Ou seja, antes mesmo de ficar pronto, o Bosco Verticale já está atuando na qualidade do ar de Milão e mostrando que projetos ousados podem aliar modernidade à desenvolvimento ambiental.

http://br.noticias.yahoo.com/fotos/maior-floresta-vertical-do-mundo-está-quase-pronta-slideshow/bosco-verticale-photo-1390249403849.html

floresta vertical

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Da série “Viver em condomínio” #3

Animais de estimação decididamente fazem parte do vocabulário corrente no dia-a-dia condominial.

Há aquele que tem um ou mais de um, há aquele gosta – é até engajado nas questões que envolvem a defesa dos animais – mas não tem, talvez more sozinho, talvez viaje muito, não interessa, há aquele que não gosta e aquele que tem medo.

Conciliar tudo isso num só local?

Difícil! Mas não impossível.

Independe até a qual ‘tribo’ das mencionadas acima você está ‘pertence’.

Primeiro, respeite ao próximo, e a sua individualidade.

Segundo, regras claras ajudam muito a mitigar alguns exageros.

Terceiro, se alguma situação saiu do controle, algum excesso foi cometido, assuma. (R)Estabeleça o diálogo com a pessoa que, eventualmente, se sentiu lesada ou ameaçada com seu animalzinho.

animais7

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Dado alarmante!

Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático – Sobrasa – piscinas são responsáveis por mais de 50% dos óbitos por afogamento de crianças de um a nove anos de idade.

Recentemente (na primeira semana deste mês de janeiro de 2014) tivemos mais uma notícia de que uma criança de sete anos, que viria a falecer, ficou presa por dez minutos no ralo de uma piscina em um condomínio, em Goiás.

As principais causas apontadas são falha de manutenção ou a falta de um dispositivo de segurança nos ralos que impedem a sucção, como aqueles que têm frestas pequenas ou que a bomba de sucção se desliga automaticamente quando é detectado um bloqueio.

De acordo com a Anapp – Associação Nacional dos Fabricantes de Piscinas, somente dois por cento das piscinas no país, de um total estimado em 1,8 milhão, têm esse tipo de ralo, que, já instalado custa em torno de R$ 300,00, isso mesmo, trezentos reais.

Embora haja países que aprovaram leis que obrigam a instalação desse tipo de equipamento, inclusive em residências, aqui no Brasil, e, trazendo a questão para dentro do condomínio, o problema é de cada um.

Ou seja, não descuide deste ‘irresistível’ item de lazer, especialmente no verão, tomando todas as precauções, instalando um dispositivo que impeça a sucção e adotando o uso de grades com portões autotravantes.

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Cuidado! É crime ambiental!

É inegável a importância que as árvores têm no contexto urbano das grandes cidades, minimizando os efeitos da poluição, propiciando melhor permeabilidade no solo, além de, segundo um estudo de cientistas da Universidade de Exeter, Reino Unido, para aqueles que moram em locais com áreas verdes, gerando um efeito positivo duradouro no seu bem-estar mental.

(Se quiser ler mais a respeito desse estudo veja no link  http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2014/01/14/101759-viver-perto-de-areas-verdes-aumenta-sensacao-de-bem-estar-diz-estudo.html).

A Prefeitura de São Paulo disponibiliza o serviço de poda, garantido pela lei municipal nº 10.365, de 22 de setembro de 1987.

Se uma árvore no condomínio está precisando de poda, por exemplo, e você está em São Paulo, Capital, “deve ser feito um requerimento junto à Subprefeitura da região, nas Praças de Atendimento. Com o pedido é necessário anexar os motivos da poda, informação da espécie, um breve desenho ou esboço da localização da árvore no terreno, cópia do carnê do IPTU e um comprovante de endereço. Feito isso, a Prefeitura enviará um engenheiro agrônomo ao local para autorizar e auxiliar nos detalhes técnicos”.

O serviço de remoção de exemplar arbóreo, como denomina a Prefeitura, igualmente deve ser solicitado à subprefeitura (de São Paulo).

No site da prefeitura podem ser consultadas as dúvidas mais comuns sobre poda, no link http://www.capital.sp.gov.br/portal/secoes/nav/#/MSwzMiwxMDMzLDEwMzksMTEzMw==  e sobre remoção, em http://www.capital.sp.gov.br/portal/secoes/nav/#/MSwzMiwxMDMzLDEwMzksMTEzNA==.

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Embolou o meio de campo!

Embora se tenha conhecimento de condomínios que mantêm a mesma administradora por longos anos, desde sua implantação, muito comum é sua substituição, em algum momento, por algum motivo.

O síndico, às vezes, é chamado a intervir diretamente no processo de transição, especialmente quando a demora na transferência de documentos compromete o fluxo de pagamentos do condomínio, compromete a emissão de boletos, compromete o andamento de ações na gestão da inadimplência.

O ‘meio de campo’ embola quando a recusa da antiga administradora em entregar os documentos é decorrente de débitos do condomínio com ela.

Esses créditos a receber pela administradora a remete a considerar a documentação que se encontra em seu poder como a única forma de negociar, quem sabe agilizar, o pagamento pelo condomínio.

Claro que é preciso analisar que débitos são esses, sua natureza, a que se referem.

O desfecho disso irá depender do profissionalismo dos envolvidos e das reais circunstâncias no caso concreto.

Talvez seja preciso acionar o Jurídico…

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Não!!! Tem uma goteira no meu banheiro!

‘Tá’ tudo muito bom, ‘tá’ tudo muito bem até que você percebe um buraco no lindo teto da suíte do casal, bem sobre o piso, daquela pedra nobre que custou os ‘tubos’.

É!… Um vazamento.

Nenhuma dúvida: vem do apartamento de cima.

Mas, quem é o responsável pelo problema? O vizinho? O condomínio?

Nessa situação que acabamos de admitir é quase certo de que será o vizinho. Mas, é bom checar com cuidado.

Vazamentos e infiltrações decorrentes das prumadas do edifício são problema do condomínio; já os provenientes de ramais dos apartamentos, o problema se restringe entre os envolvidos, os vizinhos – de onde se origina, onde se verifica.

Já existe um seguro específico, disponibilizado por uma grande administradora de São Paulo, que, dentre outras, ‘oferece cobertura contra vazamentos, ruptura de encanamentos no seu apartamento e também nos apartamentos vizinhos que forem danificados em consequência do seu vazamento’.

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Meta de extinguir lixões até 2014 esbarra em pequenos municípios

Por determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), todos os lixões estão condenados à extinção até agosto de 2014. A meta estipulada pelo governo federal proíbe o funcionamento desses depósitos a partir desta data e prevê a recuperação ambiental das áreas. Mas em muitas cidades, principalmente nas pequenas, a meta dificilmente será alcançada.

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2013/12/24/101189-meta-de-extinguir-lixoes-ate-2014-esbarra-em-pequenos-municipios.html

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